CASA PRÓPRIA: 07 MOTIVOS QUE FAZEM VALER A PENA REALIZAR ESSE SONHO


“O sonho da casa própria”: ouvimos essa expressão desde crianças, nas conversas de família e amigos, ou quando nossos pais ou avós realizaram esse sonho. Até hoje, esse objetivo está nos planos dos brasileiros: sejam os jovens que querem a independência ou os noivos felizes que vão se casar mas principalmente das famílias que moram de aluguel e buscam estabilidade e um lugar especial para os filhos crescerem.

07 motivos que fazem valer a pena realizar o sonho da casa própria.

  1. Liberdade
    Um imóvel todo seu. A primeira sensação é de sonho realizado e liberdade de fazer o que quiser, sem se preocupar com todos os outros estilos diferentes que havia dentro da sua casa, fossem eles de irmãos, pais, outros parentes e até mesmo colegas de quarto para quem divide o aluguel. Por vezes é desgastante não ter seu próprio lugar, sua própria arrumação e organização da casa.
  2. Personalidade
    Além da possibilidade de reformar a sua casa ou apartamento, você poderá deixar o ambiente com sua personalidade, que seja prático para a sua rotina e da sua família.
    Planeje os gastos e personalize o imóvel com calma e carinho para ele se tornar um Doce Lar.
  3. Aproveite antes que os preços subam
    A economia é cíclica, portanto é natural que os preços voltem a subir num futuro próximo. E a melhor forma de se preparar para isso é agir agora.
  4. Os custos se diluem no tempo
    Tenha em mente que os custos de agora serão diluídos no longo prazo, o que torna o investimento mais vantajoso. Principalmente se você permanecer no imóvel por, no mínimo, cinco anos.
  5. Segurança
    Quem mora de aluguel sabe o quanto é cansativo se preocupar com os desejos e autorizações do proprietário do imóvel para qualquer mudança. E quando não sabemos os planos do proprietário para o imóvel? A sensação de ter que sair em breve é estressante.
    Com sua casa própria, você terá muito mais segurança ao saber que os investimentos dedicados ao lugar onde você e sua família estão morando será única e exclusivamente de vocês. Vocês decidem o futuro.

Quanto aos gastos mensais se houver parcelas, por exemplo, que podem ser maiores na compra de um imóvel em relação ao aluguel, o importante ter em mente o propósito de investir um pouco mais em algo que é seu e da sua família e que em breve terá uma estabilidade que jamais se perderá, assim como a segurança e tranquilidade de não precisar gastar “para sempre” com aluguel.

  1. Qualidade de vida
    Qualidade de vida: engloba não só a compra do imóvel, mas a localização, o clima do condomínio a convivência da sua família.
    Mas ao adquirir seu imóvel, com uma localização com praticidades, liberdade de fazer as coisas do seu jeito, ao sentir segurança e tranquilidade certamente a qualidade de vida estará presente em sua vida como consequência.
  2. Futuro
    Quando compramos um imóvel, pensamos no futuro.

Tanto no investimento financeiro de um imóvel, mas também será nele que você construirá o futuro de seus filhos e as melhores lembranças para sua família.

Será nele que você fará com que o presente seja uma realização constante de alegrias e superação.

E, certamente, será nele que você irá construir novos planos e terá suas conquistas.

Fonte: Montante

5 Vantagens de morar em condomínio fechado

Foi-se o tempo em que viver em um condomínio fechado era questão de luxo ou oportunidade para poucos. Esse tipo de empreendimento vem sendo cada vez mais buscado por quem procura um imóvel para morar que traga uma série de vantagens.

Isso porque um condomínio residencial fechado atende às principais necessidades dos moradores, como segurança e praticidade, além de oferecer mais qualidade de vida.

Quer entender como esses imóveis trazem valores agregados à moradia? Então veja estas 5 vantagens de morar em condomínio residencial fechado!

1. Segurança  

Não dá para negar que a segurança é uma das maiores vantagens de morar em um condomínio fechado. Hoje em dia, esse é um fator decisivo na hora de escolher um imóvel. Há o entendimento e esforço dos moradores nesse tipo de moradia, para garantir maior segurança. Muitos condomínios contam, por exemplo, com:

  • Portaria 24 horas;
  • Cercas elétricas;
  • Monitoramento por câmeras de segurança;
  • Sistemas modernos de controle de entrada e saída de pessoas;
  • Ronda interna e vigilância armada

Tudo isso minimiza a possibilidade de riscos e traz mais tranquilidade aos moradores.

2. Infraestrutura diferenciada

Jardins do Lago Max, super lançamento no Eusébio e com uma área de lazer fantástica

Outra vantagem é a infraestrutura que a maioria dos condomínios oferecem. Uma das principais características é uma área de lazer confortável e que atende as necessidades dos moradores, trazendo praticidade, comodidade e qualidade de vida de uma só vez. Lazer como:

Salão de jogos;

Piscina;

Churrasqueira;

Quadras poliesportivas;

Academia.

Para famílias com crianças, isso é ainda mais benéfico, pois garante a elas um excelente espaço de recreação aliado à segurança que todo pai e mãe desejam.

3. Qualidade de vida

Um condomínio residencial fechado costuma ir além do simples conceito de morar, sendo ideal para quem busca viver com mais qualidade de vida e bem-estar. Por isso, além de uma infraestrutura completa, alguns residenciais trazem diferenciais para oferecer melhores experiências aos moradores.

O condomínio pode oferecer, por exemplo, espaços arborizados, parques e grandes áreas verdes. Outros diferenciais exclusivos de condomínios residenciais, como lago particular, pista de cooper e com muitas áreas verdes completamente utilizáveis para seu bem estar e lazer, também trazem uma experiência única de morar.

Condomínio Vila do Porto & Vila Cauípe

4. Interação com vizinhos e senso de comunidade

Na rotina corrida em que vivemos, geralmente mal sobra tempo para socializar e aproveitar o convívio com outras pessoas, não é mesmo? Contudo, um condomínio residencial fechado pode trazer essa vivência, tão importante para o nosso bem-estar.

Como nesse tipo de imóvel há normas de convívio e mais proximidade nas áreas de lazer e espaços comuns, acaba-se criando maior senso de coletividade, laços de amizade entre vizinhos e uma comunicação mais saudável entre os condôminos.

5. Praticidade e tranquilidade no dia a dia

Outra vantagem é a tranquilidade no cotidiano em termos de cuidados com a moradia. Em condomínios fechados, há sempre um síndico para cuidar da manutenção das instalações, da limpeza da área de lazer e da administração de modo geral. Problemas técnicos, como eletricidade e encanamento, ou serviços rotineiros, como faxina das áreas comuns e jardinagem, ficam por conta da administração.

E então, ficou animado para morar em condomínio fechado? Quer saber mais? Fale com um de nossos consultores no whatsapp (85)9.9991-2788

Caixa lança novo financiamento de imóveis prefixado

Linha com taxa fixa trava o valor da parcela ao longo do financiamento. Apesar de ter juros mais altos, ela pode ser mais vantajosa do que a tradicional.

A Caixa disponibilizou a partir do dia 21/02, uma nova linha de financiamento imobiliário, com taxas fixas. A modalidade cobrará juros a partir de 8% ao ano, e não terá nenhum indexador. As condições são válidas para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%.

A linha é mais uma opção oferecida aos clientes, que continuam tendo acesso à linha de financiamento tradicional (indexada à Taxa Referencial – TR) e à linha indexada ao IPCA, lançada pela Caixa em agosto.

Para ajudar você a escolher a linha mais adequada, veja uma simulação comparando as condições de cada linha.

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A simulação levou em conta um financiamento feito por um homem de 40 anos para um imóvel de 500 mil reais. O valor do financiado foi de 400 mil reais, ou seja, 80% do valor do bem, por um prazo de 30 anos.

Os cálculos levaram também em consideração taxas de juros cobradas pelo banco para clientes sem relacionamento prévio com a instituição financeira. Para quem já é cliente Caixa, os juros podem ser menores.

Veja o resultado abaixo:

Ao comparar as linhas, contudo, é necessário fazer algumas ponderações.

Não é possível comparar a nova linha e indexada à TR com a linha atrelada ao IPCA levando em consideração que não temos como estimar a inflação pelos próximos 30 anos. Então, a linha foi comparada ao financiamento indexado à TR.

A partir dos resultados é possível observar que a linha com juros fixos é mais cara. Na comparação com o financiamento tradicional, o mutuário paga mais 69,4 mil reais na linha de juros fixos do que na linha tradicional. Ou seja, 7,21% a mais. Além disso, pagará uma parcela maior, equivalente a 384 reais a mais por mês, valor 9,62% maior do que o da linha indexada à TR.

Contudo, conclui-se que o financiamento com juros fixos pode ser uma boa opção, já que o cliente tem a segurança de que a parcela não vai oscilar pelos próximos 30 anos. Além disso, a diferença do valor total do financiamento em relação ao tradicional, indexado à TR, é relativamente baixo, somente 7,21%.

“Ou seja, o financiamento indexado pela TR, que hoje está zerada, somente será a melhor opção se esse indexador não ultrapassar a marca de 7,21% pelos próximos 30 anos. Como não é possível prever o futuro, olhamos para o passado. Para comparar, a TR dos últimos 10 anos foi de 8,35%”.

A simulação considerou que a TR fique zerada nos próximos 30 anos. Mas o passado aponta que ela pode oscilar 8,35%. Portanto, caso essa oscilação aconteça novamente em um período de 10 anos, a diferença entre ambas não será relevante, e o financiamento pela TR pode até ser mais caro.

 

Fonte: Exame

Santander aumenta limite de financiamento imobiliário para 90% do valor

Em meio à guerra de preços, o Santander resolveu usar uma arma nova: entrada menor.

O Santander anunciou o aumento do limite de financiamento para 90% do valor do imóvel, ante 80% até agora. Em meio à guerra de taxas de financiamento imobiliário no país, o banco optou por utilizar uma nova arma: a possibilidade de dar uma entrada menor, se tornando a única instituição a trabalhar com entrada mínima de 10% no país.

O novo teto é aplicado ao Sistema de Amortização Constante (SAC), modalidade em que as parcelas são atualizáveis e tendem a diminuir com o tempo.

Os financiamentos são parceláveis em até 420 meses, ou 35 anos, e as condições são válidas para a aquisição de unidades a partir de R$ 90 mil.

Em nota, o banco lembra que o “cliente pode somar a renda com mais de uma pessoa, mesmo sem ter parentesco, para a análise de crédito e utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)”. Como de praxe, a aprovação está condicionada à análise de crédito personalizada.

Guerra de taxas

As taxas de juros praticadas pelo Santander permanecem as mesmas, a partir de 7,99% ao ano mais TR. Atualmente, o banco que oferece menor taxa mínima é a Caixa, com 6,5% ao ano mais TR para clientes com relacionamento com o banco.

Com a queda da taxa Selic, atualmente em 4,5%, as instituições financeiras vêm, há alguns meses, diminuindo suas taxas de juros de financiamento imobiliário e aplicando novas modalidades de crédito. Já é permitido oferecer financiamento indexado à inflação (IPCA) e a Caixa anunciou que lançará, em breve, o financiamento com taxa prefixada.

 

Fonte: Infomoney

Faça você mesmo: Parede de cimento queimado

Ele é barato, sustentável, descolado e cada vez mais usado para revestir o chão, as paredes e também móveis de alvenaria. Seja queimado, em tom natural ou tingido, ou ainda exposto na estrutura de concreto, o cimento queimado é uma opção prática e cheia de personalidade e é o queridinho do momento.

Trazida primeiro pela tendência da decor industrial, hoje ela já se popularizou e pode ser encontrada em diferentes estilos de decoração, seja no quarto, na sala, no escritório e até na cozinha ou banheiro.

Como sugestão, você pode escolher uma parede que queira destacar no ambiente e aplicar a textura somente nela para garantir o charme a mais. No entanto, ao buscar referências de decoração sobre cimento queimado, você vai notar que muita gente prefere transformar todas as paredes do ambiente ou até mesmo da casa. Tudo vai depender do que você tem em mente para o seu espaço.

Sobre o método, vale saber que existem diversas formas de fazer o cimento queimado em casa.Como com base de cimento de fato; ou com massa corrida ou massa acrílica pigmentada, por exemplo. Mas, aqui no Zap em Casa você aprende uma forma ainda mais simples e fácil: com textura pronta.

Dessa forma, você não precisa preparar o produto e só utilizará o passo a passo abaixo pra saber como aplicá-lo. Vamos lá?

Você vai precisar de:

– Textura pronta para cimento queimado;
– Verniz acrílico fosco acetinado;
– Uma bandeja para tinta;
– Pincel;
– Bloco de espuma de construção;
– Rolo de tinta;
– Fita crepe.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 1: Proteja todos os cantos da parede que não será pintada. Assim como o teto e os interruptores.

PASSO 2: Molhe uma parte da esponja e retire o excesso antes de aplicar.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 3: Faça movimento irregulares com a esponja na parede, como se você estivesse apagando uma lousa ou limpando o vidro. Este é o resultado da primeira demão.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 4: Estes são os resultados da segunda e da terceira demão. Você pode parar na segunda, se quiser. Tudo depende do tom que você quer a sua parede.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 5: Por fim, utilize um rolo para passar apenas uma demão de verniz e pronto. Agora é só aproveitar o resultado incrível que sua parede terá!

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Importante: Para saber o tempo de espera entre uma demão e outra, leia na lata as indicações do fabricante escolhido por você.

Fonte: Zap em casa

Veja mais dicas de decoração em nosso blog:

Quer reduzir a dívida da casa própria? Trocar de banco pode cortar juros

Com o atual cenário de queda na taxa básica de juros, a Selic, os bancos reduziram os juros cobrados no financiamento de imóveis, beneficiando quem decidir comprar a casa própria agora.

Mas a queda pode ser positiva até mesmo para quem já está pagando financiamento de imóvel, contratado quando os juros estavam mais altos. Essas pessoas podem passar a pagar juros menores se fizerem a portabilidade do financiamento imobiliário, transferindo a dívida para outro banco, com condições mais vantajosas.

“O momento é ideal para fazer a portabilidade. Se você contratou um financiamento há quatro anos, por exemplo, em uma época em que a Selic estava alta, vale a pena pesquisar”, disse Marcelo Prata, fundador da plataforma de imóveis Resale.

O primeiro passo, afirma, é pedir ao seu banco um documento com as informações sobre o financiamento: prazo restante de pagamento, valor das parcelas e a soma total que ainda falta ser paga, o chamado saldo contratual.

Ele também trará o custo efetivo total. Esse é o valor que realmente importa porque ele já inclui outros custos do contrato, como taxas e seguros.

Quando vale a pena

Para saber quando vale a pena fazer a portabilidade, compare o custo efetivo total do banco atual com o de outros estabelecimentos. Se o custo do novo banco for 0,5% menor que do atual, vale transferir a dívida, segundo cálculos de Alberto Ajzental, professor de economia e negócios imobiliários da FGV (Fundação Getulio Vargas).

A economia com o novo contrato vai variar de acordo com o tamanho da dívida restante e o prazo de pagamento. “Em um contrato com saldo restante de R$ 200 mil e 120 parcelas, por exemplo, uma queda de 0,5% representa economia de R$ 6.600”, disse

Como fazer a transferência

Se a transferência valer a pena, leve o documento ao novo banco e negocie as taxas do novo contrato. Não é necessário ir ao banco atual, segundo Ajzental.

O Banco Central determina que qualquer cliente pode pedir a portabilidade do financiamento. A única restrição é que o valor da dívida no novo banco não seja maior que o valor da dívida no banco de origem. O prazo do financiamento também não pode aumentar.

Os bancos não podem se negar a transferir a dívida para outra instituição. Por lei, eles têm dois dias para passar a operação ao banco de destino ou cinco dias para apresentar uma contraproposta.

A contraproposta pode ser interessante, pois o cliente pode economizar não pagando os custos de transferência de um banco para outro”, disse Prata, da Resale.

Os custos de transferência englobam exigências que o novo banco pode fazer para aceitar o financiamento, como laudo de avaliação do imóvel feito por um profissional, documento de registro de imóvel, seguro de financiamento e taxa de abertura de crédito. Esses custos variam de acordo com o banco.

Segundo Ajzental, a portabilidade vale a pena mesmo considerando esses custos, desde que o custo efetivo total do novo banco seja pelo menos 0,5% inferior ao do banco original.

 

Fonte: uol

Bancos já correm atrás de incorporador para oferecer crédito

Aumento na demanda por imóveis faz prática comum, de empresas procurarem recursos em instituições financeiras, se inverter.

 

A recuperação do mercado imobiliário e a expectativa de aceleração do crescimento daqui para frente tem criado uma situação inusitada: os bancos é que começaram a correr atrás das incorporadoras para oferecer empréstimo para a construção de novos empreendimentos, de acordo com o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, que também é presidente da comissão imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). “Os bancos é que têm procurado o incorporador”, destacou Petrucci, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

 

No acumulado de janeiro até agosto, os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança registram alta de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento foi mais intenso nas concessões voltadas às incorporadoras para construção, que subiram 47,2%, enquanto os empréstimos para consumidores realizarem a compra aumentaram 20,9%, segundo levantamento da consultoria Tendências. “Mas o incorporador também continua procurando os bancos”, ponderou Petrucci. “Tudo isso é uma resposta ao aumento da demanda por imóveis”, explicou.

 

O maior aquecimento do setor é uma consequência direta da redução da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), que levou os bancos a cortarem os juros do crédito imobiliário. A Caixa Econômica Federal anunciou esta semana corte de até 1 ponto porcentual nas taxas de juros para financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A menor taxa de juros cobrada pela Caixa passará de 8,50% mais a Taxa Referencial (TR) para 7,50% mais TR. A maior taxa vai de 9,75% mais TR para 9,50% mais TR.

 

O movimento do banco estatal, maior financiador do setor imobiliário no País, veio após anúncios do mesmo tipo pelos concorrentes dias antes. O Bradesco anunciou taxa mínima de TR + 7,30% ao ano, o Itaú fixou sua taxa mínima em TR + 7,45% e o Santander, TR + 7,99%.

 

O representante do setor imobiliário ainda elogiou a iniciativa do Banco Central de constituir uma plataforma para dar transparência às finanças dos empreendimentos imobiliários em construção no País. Batizada de Block, a plataforma trará dados auditados sobre o volume de venda de cada projeto e o fluxo de pagamentos para cada uma das unidades, entre outros itens.

 

A inclusão de dados pelas incorporadoras será voluntário. O objetivo é dar aos bancos maior visibilidade sobre os empreendimentos, facilitando a decisão de liberar ou não crédito para as obras. Isso servirá para empresas de pequeno e médio porte, segmento onde as regras de governança de cada projeto são mais frouxas. Na dúvida, os bancos fecham as portas para esse tipo de empresa. A perspectiva é que o Block esteja no ar no primeiro semestre de 2020. “Há milhares de pequenas e médias empresas que não conseguem financiamento. Essa ferramenta vai abrir caminho para muitas delas”, estimou Petrucci.

 

fonte: Terra

Procurando o imóvel dos seus sonhos? Fale com um especialista

Procurando o imóvel dos seus sonhos? Casa, apartamento ou terreno? Não importa o tipo do imóvel, a primeira coisa a fazer é procurar um corretor especialista no tipo de produto que você procura. Ele, melhor do que ninguém, vai entender suas necessidades e lhe apresentar todas as opções que estão em seu perfil de busca, de acordo com as suas necessidades.

Para você entender melhor o que estamos falando, veja abaixo alguns passos que são essenciais. Você verá que fará sentido para você:

1 – Encontrar uma imobiliária adequada:

Tem que ser especialista em atuar no bairro/localizado que está o tipo de imóvel que você está procurando. Os corretores estarão preparados para conduzir as suas dúvidas com real conteúdo, sabendo os detalhes do entorno, serviços, valores e muito mais. O detalhe da informação especializada é em muitos casos, o que define sua compra.

2 – Atendimento:

Você não quer um vendedor para lhe atender, mas sim, uma pessoa que tenha habilidades para entender principalmente suas necessidades, que o atendimento seja feito com elegância, cortesia e que tenha conhecimento prático e eficaz para lhe direcionar as melhores opções, com uma negociação transparente e segura. Vale aquela máxima: pessoas compram de pessoas, ou seja, se não gostar da atenção que tem recebido do seu corretor, ligue o alerta, pois este não é um especialista em pessoas e muito menos, imóveis!

3 – Feedback

Mesmo que você não tenha a urgência na compra do seu imóvel, perceba que o Corretor Especialista em pessoas e imóveis, irá te informar constantemente sobre como anda o mercado, as novas opções que estão surgindo, as principais ofertas da semana, sempre dentro do perfil da sua busca. Ou seja, ele vai sim ligar para você e até mesmo escrever um e-mail ou mensagem via whatsapp, comentando que continua empenhado pela sua compra.

Caso faça sentido para você, de forma alguma aceite menos que isso, mesmo! Você merece ser atendido por um consultor imobiliário que mais do que lhe atender, entenda suas necessidades e limitações financeiras, assim como suas exigências. E no caso de estarem em desacordo com a realidade do mercado, ele – melhor do que ninguém – irá lhe mostrar com habilidade e clareza o tipo do imóvel que você poderá adquirir caso seja de acordo com suas exigências. Dependerá de você ter uma nova concepção a respeito do que você deseja e seguir a orientação do especialista ou insistir, mesmo que demore, por uma oferta que venha a surgir.

Por este motivo, é muito mais vantajoso quando você procura seu imóvel através de uma imobiliária que tenha um time de especialistas, que terá suas habilidades, recursos e investimentos voltados para você, do que deixar procurar imóveis om 10 corretores de diferentes imobiliárias e que nenhum colabore efetivamente pela sua compra, fazendo com que você perca seu tempo. Afinal, tempo é dinheiro. Pense nisso antes de comprar seu imóvel.

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Bradesco anuncia redução do juro do financiamento imobiliário para 7,30%

Bradesco seguiu movimento de outros bancos e anunciou nesta segunda-feira, 30, a redução da taxa de juros mínima de sua linha de crédito imobiliário de 8,20% ao ano somada à taxa referencial (TR) — que está zerada — para 7,30% ao ano mais TR. As novas condições passam a vigorar a partir de terça-feira, 1º de outubro.

Na sexta-feira, o Itaú também anunciou que irá reduzir as taxas mínimas dos juros do financiamento imobiliário: de 8,1% ao ano + TR para a 7,45% ao ano + TR.

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Imóveis à venda em Fortaleza – financiamento bancário

O movimento dos bancos segue a redução mais recente da taxa básica de juros pelo Banco Central. O último corte de juros do financiamento imobiliário havia sido feito pelo banco no dia 18 de setembro, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu de 6% para 5,5% a Selic e ainda sinalizou espaço para novos cortes ao longo do ano.

De acordo com o banco, a modalidade permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e dispõe de prazo de até 360 meses. O cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel e o comprometimento máximo da renda líquida sobre o valor das prestações é de 30%.

 

Itáu Unibanco e Bradesco lideram o setor de financiamentos nos bancos privados, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

 

 

 

Itaú Unibanco reduz para 7,45% taxa para financiamento de imóveis

 

O Itaú Unibanco anunciou, nesta sexta-feira (27), uma nova redução na taxa de juros na linha de crédito imobiliário. A partir de 1º de outubro, a taxa mínima será de 7,45% ao ano mais Taxa Referencial (TR), variando de acordo com o perfil do cliente e de seu relacionamento com o banco. A taxa é menor que os 7,99% que vinham sendo oferecidos por Santander e BB.

Os valores são unificados para as linhas de Sistema Financeiro da Habitação (SFH), Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e Carteira Hipotecária (CH).

Em nota para a imprensa, a diretoria do banco, Cristina Magalhães comentou sobre essa crescente de créditos do Itaú.

“O mercado imobiliário está crescendo, a compra de um imóvel é uma decisão relevante na vida das pessoas. Queremos participar desse momento. É uma oportunidade de viabilizar sonhos e estabelecer uma relação de longo prazo com nossos clientes. Além, é claro, de contribuir para a retomada do setor”.

A instituição financeira ocupa a primeira posição entre os bancos privados do País na concessão de crédito imobiliário, conforme os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Entre os R$ 49 bilhões da carteira total do banco, R$ 44 bilhões são destinados aos financiamentos para pessoas físicas.