Caixa lança novo financiamento de imóveis prefixado

Linha com taxa fixa trava o valor da parcela ao longo do financiamento. Apesar de ter juros mais altos, ela pode ser mais vantajosa do que a tradicional.

A Caixa disponibilizou a partir do dia 21/02, uma nova linha de financiamento imobiliário, com taxas fixas. A modalidade cobrará juros a partir de 8% ao ano, e não terá nenhum indexador. As condições são válidas para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%.

A linha é mais uma opção oferecida aos clientes, que continuam tendo acesso à linha de financiamento tradicional (indexada à Taxa Referencial – TR) e à linha indexada ao IPCA, lançada pela Caixa em agosto.

Para ajudar você a escolher a linha mais adequada, veja uma simulação comparando as condições de cada linha.

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A simulação levou em conta um financiamento feito por um homem de 40 anos para um imóvel de 500 mil reais. O valor do financiado foi de 400 mil reais, ou seja, 80% do valor do bem, por um prazo de 30 anos.

Os cálculos levaram também em consideração taxas de juros cobradas pelo banco para clientes sem relacionamento prévio com a instituição financeira. Para quem já é cliente Caixa, os juros podem ser menores.

Veja o resultado abaixo:

Ao comparar as linhas, contudo, é necessário fazer algumas ponderações.

Não é possível comparar a nova linha e indexada à TR com a linha atrelada ao IPCA levando em consideração que não temos como estimar a inflação pelos próximos 30 anos. Então, a linha foi comparada ao financiamento indexado à TR.

A partir dos resultados é possível observar que a linha com juros fixos é mais cara. Na comparação com o financiamento tradicional, o mutuário paga mais 69,4 mil reais na linha de juros fixos do que na linha tradicional. Ou seja, 7,21% a mais. Além disso, pagará uma parcela maior, equivalente a 384 reais a mais por mês, valor 9,62% maior do que o da linha indexada à TR.

Contudo, conclui-se que o financiamento com juros fixos pode ser uma boa opção, já que o cliente tem a segurança de que a parcela não vai oscilar pelos próximos 30 anos. Além disso, a diferença do valor total do financiamento em relação ao tradicional, indexado à TR, é relativamente baixo, somente 7,21%.

“Ou seja, o financiamento indexado pela TR, que hoje está zerada, somente será a melhor opção se esse indexador não ultrapassar a marca de 7,21% pelos próximos 30 anos. Como não é possível prever o futuro, olhamos para o passado. Para comparar, a TR dos últimos 10 anos foi de 8,35%”.

A simulação considerou que a TR fique zerada nos próximos 30 anos. Mas o passado aponta que ela pode oscilar 8,35%. Portanto, caso essa oscilação aconteça novamente em um período de 10 anos, a diferença entre ambas não será relevante, e o financiamento pela TR pode até ser mais caro.

 

Fonte: Exame

Bancos já correm atrás de incorporador para oferecer crédito

Aumento na demanda por imóveis faz prática comum, de empresas procurarem recursos em instituições financeiras, se inverter.

 

A recuperação do mercado imobiliário e a expectativa de aceleração do crescimento daqui para frente tem criado uma situação inusitada: os bancos é que começaram a correr atrás das incorporadoras para oferecer empréstimo para a construção de novos empreendimentos, de acordo com o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, que também é presidente da comissão imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). “Os bancos é que têm procurado o incorporador”, destacou Petrucci, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

 

No acumulado de janeiro até agosto, os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança registram alta de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento foi mais intenso nas concessões voltadas às incorporadoras para construção, que subiram 47,2%, enquanto os empréstimos para consumidores realizarem a compra aumentaram 20,9%, segundo levantamento da consultoria Tendências. “Mas o incorporador também continua procurando os bancos”, ponderou Petrucci. “Tudo isso é uma resposta ao aumento da demanda por imóveis”, explicou.

 

O maior aquecimento do setor é uma consequência direta da redução da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), que levou os bancos a cortarem os juros do crédito imobiliário. A Caixa Econômica Federal anunciou esta semana corte de até 1 ponto porcentual nas taxas de juros para financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A menor taxa de juros cobrada pela Caixa passará de 8,50% mais a Taxa Referencial (TR) para 7,50% mais TR. A maior taxa vai de 9,75% mais TR para 9,50% mais TR.

 

O movimento do banco estatal, maior financiador do setor imobiliário no País, veio após anúncios do mesmo tipo pelos concorrentes dias antes. O Bradesco anunciou taxa mínima de TR + 7,30% ao ano, o Itaú fixou sua taxa mínima em TR + 7,45% e o Santander, TR + 7,99%.

 

O representante do setor imobiliário ainda elogiou a iniciativa do Banco Central de constituir uma plataforma para dar transparência às finanças dos empreendimentos imobiliários em construção no País. Batizada de Block, a plataforma trará dados auditados sobre o volume de venda de cada projeto e o fluxo de pagamentos para cada uma das unidades, entre outros itens.

 

A inclusão de dados pelas incorporadoras será voluntário. O objetivo é dar aos bancos maior visibilidade sobre os empreendimentos, facilitando a decisão de liberar ou não crédito para as obras. Isso servirá para empresas de pequeno e médio porte, segmento onde as regras de governança de cada projeto são mais frouxas. Na dúvida, os bancos fecham as portas para esse tipo de empresa. A perspectiva é que o Block esteja no ar no primeiro semestre de 2020. “Há milhares de pequenas e médias empresas que não conseguem financiamento. Essa ferramenta vai abrir caminho para muitas delas”, estimou Petrucci.

 

fonte: Terra

Inspire-se: ambientes com suas versões Antes e Depois

Sabe quando dizem que os detalhes fazem toda a diferença? Quando se trata de decoração de interiores, essa é uma verdade incontestável.

Nem sempre é preciso de uma reforma completa para dar um visual novo aos seus espaços. Com a iluminação certa, objetos decorativos bem escolhidos e posicionados em locais estratégicos dão um toque especial ao seu ambiente.

Veja abaixo,  ambientes antes e depois de passar por uma reforma ou simples repaginação.

1.Banheiro todo branco e atual para você se apaixonar

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2. Quem diria que um sofá de pallets poderia ficar tão show?

antes-e-depois-arquiteto-2FOTO: REPRODUÇÃO:BORA DECORA

3. Isso é que é aproveitar espaços com muito estilo

FOTO: REPRODUÇÃO / CASAPRO

4. Cores e uma dose de romantismo!

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1.Coloque mais cor na sua varanda!

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E então, mãos à obra! Transforme os ambientes da sua casa. Procurar um profissional, seja ele um arquiteto ou design de interiores, dependendo da mudança que queira realizar. Ele irá materializar seu sonho  em parceria com o mesmo, adequando as necessidades, disponibilidade e prazos.

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5 dicas de decoração para deixar seu ambiente mais alegre e zen ;

 

5 dicas de decoração para deixar seu ambiente mais alegre e zen

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados em fevereiro do ano passado, o Brasil tem a maior taxa de transtorno de ansiedade do mundo. Cerca de 18 milhões de brasileiros conviviam com algum transtorno de ansiedade em 2015, o que corresponde a 9,3% da população. Além de ser um problema de saúde que invade a rotina, nem sempre é fácil lidar com a ansiedade e livrar-se dela.

Veja agora 5 dicas para deixar seu ambiente mais confortável e relaxante. Livre-se do stress e da ansiedade ao chegar no seu lar!

1. Espaços abertos e arejados
Se você já sobre de ansiedade ou acumula o stress do dia-a-dia, fuja de ambiente apertados e claustrofóbicos, evitando assim o desconforto. Faça escolhas por espaços abertos, com livre circulação, evitando o acúmulo exagerado de móveis e objetos de decoração. Se possível, deixe espaços vazios entre eles.

Vejam, por exemplo, esta casa tríplex no Bairro Dunas, com espaços arejados, bem definidos e livre circulação entre os ambientes.

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2. Perfumando o ambiente
Faça uso de aromatizadores, que além de deixar um cheiro gostosa no ar, torna o ambiente mais relaxante. Prefira as essências de lavanda ou rosa, pois proporcionam sensação de relaxamento.

3. Atenção às cores
Especialistas afirmam que as cores básicas como azul, amarelo e vermelho são essenciais para criar um ambiente mais alegre e mais arejado. Sempre que contrastam com elementos neutros como o branco, o cinza, o bege ou o preto, estas cores trazem um respiro ao ambiente, tornando-o mais leve.

Vejam, por exemplo, esse lindo projeto de casa duplex em Caucaia, com espaços arejados, bem definidos e livre circulação entre os ambientes.

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4. Deixe a luz entrar
A iluminação tem uma forte influência no nosso dia a dia. Por isso, abra as janelas e, se precisar de cortinas, aposte em tecidos leves, que deixam a luz e a ventilação fluir.

5. Organização
Casa bagunçada é quase um sinônimo de estresse e baixo astral, né? Na hora de levantar o clima, a organização é certeira. Desapegue do que não usa mais, arrume os itens novos e, claro, abuse da criatividade.