CASA PRÓPRIA: 07 MOTIVOS QUE FAZEM VALER A PENA REALIZAR ESSE SONHO


“O sonho da casa própria”: ouvimos essa expressão desde crianças, nas conversas de família e amigos, ou quando nossos pais ou avós realizaram esse sonho. Até hoje, esse objetivo está nos planos dos brasileiros: sejam os jovens que querem a independência ou os noivos felizes que vão se casar mas principalmente das famílias que moram de aluguel e buscam estabilidade e um lugar especial para os filhos crescerem.

07 motivos que fazem valer a pena realizar o sonho da casa própria.

  1. Liberdade
    Um imóvel todo seu. A primeira sensação é de sonho realizado e liberdade de fazer o que quiser, sem se preocupar com todos os outros estilos diferentes que havia dentro da sua casa, fossem eles de irmãos, pais, outros parentes e até mesmo colegas de quarto para quem divide o aluguel. Por vezes é desgastante não ter seu próprio lugar, sua própria arrumação e organização da casa.
  2. Personalidade
    Além da possibilidade de reformar a sua casa ou apartamento, você poderá deixar o ambiente com sua personalidade, que seja prático para a sua rotina e da sua família.
    Planeje os gastos e personalize o imóvel com calma e carinho para ele se tornar um Doce Lar.
  3. Aproveite antes que os preços subam
    A economia é cíclica, portanto é natural que os preços voltem a subir num futuro próximo. E a melhor forma de se preparar para isso é agir agora.
  4. Os custos se diluem no tempo
    Tenha em mente que os custos de agora serão diluídos no longo prazo, o que torna o investimento mais vantajoso. Principalmente se você permanecer no imóvel por, no mínimo, cinco anos.
  5. Segurança
    Quem mora de aluguel sabe o quanto é cansativo se preocupar com os desejos e autorizações do proprietário do imóvel para qualquer mudança. E quando não sabemos os planos do proprietário para o imóvel? A sensação de ter que sair em breve é estressante.
    Com sua casa própria, você terá muito mais segurança ao saber que os investimentos dedicados ao lugar onde você e sua família estão morando será única e exclusivamente de vocês. Vocês decidem o futuro.

Quanto aos gastos mensais se houver parcelas, por exemplo, que podem ser maiores na compra de um imóvel em relação ao aluguel, o importante ter em mente o propósito de investir um pouco mais em algo que é seu e da sua família e que em breve terá uma estabilidade que jamais se perderá, assim como a segurança e tranquilidade de não precisar gastar “para sempre” com aluguel.

  1. Qualidade de vida
    Qualidade de vida: engloba não só a compra do imóvel, mas a localização, o clima do condomínio a convivência da sua família.
    Mas ao adquirir seu imóvel, com uma localização com praticidades, liberdade de fazer as coisas do seu jeito, ao sentir segurança e tranquilidade certamente a qualidade de vida estará presente em sua vida como consequência.
  2. Futuro
    Quando compramos um imóvel, pensamos no futuro.

Tanto no investimento financeiro de um imóvel, mas também será nele que você construirá o futuro de seus filhos e as melhores lembranças para sua família.

Será nele que você fará com que o presente seja uma realização constante de alegrias e superação.

E, certamente, será nele que você irá construir novos planos e terá suas conquistas.

Fonte: Montante

5 Vantagens de morar em condomínio fechado

Foi-se o tempo em que viver em um condomínio fechado era questão de luxo ou oportunidade para poucos. Esse tipo de empreendimento vem sendo cada vez mais buscado por quem procura um imóvel para morar que traga uma série de vantagens.

Isso porque um condomínio residencial fechado atende às principais necessidades dos moradores, como segurança e praticidade, além de oferecer mais qualidade de vida.

Quer entender como esses imóveis trazem valores agregados à moradia? Então veja estas 5 vantagens de morar em condomínio residencial fechado!

1. Segurança  

Não dá para negar que a segurança é uma das maiores vantagens de morar em um condomínio fechado. Hoje em dia, esse é um fator decisivo na hora de escolher um imóvel. Há o entendimento e esforço dos moradores nesse tipo de moradia, para garantir maior segurança. Muitos condomínios contam, por exemplo, com:

  • Portaria 24 horas;
  • Cercas elétricas;
  • Monitoramento por câmeras de segurança;
  • Sistemas modernos de controle de entrada e saída de pessoas;
  • Ronda interna e vigilância armada

Tudo isso minimiza a possibilidade de riscos e traz mais tranquilidade aos moradores.

2. Infraestrutura diferenciada

Jardins do Lago Max, super lançamento no Eusébio e com uma área de lazer fantástica

Outra vantagem é a infraestrutura que a maioria dos condomínios oferecem. Uma das principais características é uma área de lazer confortável e que atende as necessidades dos moradores, trazendo praticidade, comodidade e qualidade de vida de uma só vez. Lazer como:

Salão de jogos;

Piscina;

Churrasqueira;

Quadras poliesportivas;

Academia.

Para famílias com crianças, isso é ainda mais benéfico, pois garante a elas um excelente espaço de recreação aliado à segurança que todo pai e mãe desejam.

3. Qualidade de vida

Um condomínio residencial fechado costuma ir além do simples conceito de morar, sendo ideal para quem busca viver com mais qualidade de vida e bem-estar. Por isso, além de uma infraestrutura completa, alguns residenciais trazem diferenciais para oferecer melhores experiências aos moradores.

O condomínio pode oferecer, por exemplo, espaços arborizados, parques e grandes áreas verdes. Outros diferenciais exclusivos de condomínios residenciais, como lago particular, pista de cooper e com muitas áreas verdes completamente utilizáveis para seu bem estar e lazer, também trazem uma experiência única de morar.

Condomínio Vila do Porto & Vila Cauípe

4. Interação com vizinhos e senso de comunidade

Na rotina corrida em que vivemos, geralmente mal sobra tempo para socializar e aproveitar o convívio com outras pessoas, não é mesmo? Contudo, um condomínio residencial fechado pode trazer essa vivência, tão importante para o nosso bem-estar.

Como nesse tipo de imóvel há normas de convívio e mais proximidade nas áreas de lazer e espaços comuns, acaba-se criando maior senso de coletividade, laços de amizade entre vizinhos e uma comunicação mais saudável entre os condôminos.

5. Praticidade e tranquilidade no dia a dia

Outra vantagem é a tranquilidade no cotidiano em termos de cuidados com a moradia. Em condomínios fechados, há sempre um síndico para cuidar da manutenção das instalações, da limpeza da área de lazer e da administração de modo geral. Problemas técnicos, como eletricidade e encanamento, ou serviços rotineiros, como faxina das áreas comuns e jardinagem, ficam por conta da administração.

E então, ficou animado para morar em condomínio fechado? Quer saber mais? Fale com um de nossos consultores no whatsapp (85)9.9991-2788

Caixa volta a financiar compra de lotes para a construção de imóvel

Linha de crédito estará disponível a partir de segunda-feira.

 

Novidades da Caixa Econômica Federal na linha de financiamento de Lote Urbanizado e oferta de taxas de juros diferenciadas para modalidades de Construção Individual passam a valer a partir desta segunda-feira (03). Com funding do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e reajuste pela Taxa Referencial (TR), as modalidades são muito bem-vindas no mercado imobiliário.

Em casos de financiamento de Lote Urbanizado, poderão ser financiados valores entre R$ 50 mil e R$ 1,5 milhão, com taxa de juros efetiva de até TR + 8,50%.a.a, e quota de financiamento de até 70% sobre o valor de avaliação do terreno. O prazo para pagamento da dívida é de até 240 meses.

Nos casos de aquisição de terreno e construção ou construção em terreno próprio, a Caixa possui tratamento personalizado. A TR pode chegar a 6,50% a.a. (taxa efetiva).

Nessas situações, os adquirentes poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortização do financiamento.

Até a semana passada, a taxa para compra de terreno variava entre 10,25% a 11% ao ano, e a taxa para construção individual variava entre 7,25% a 8,5% ao ano.

Fonte: Adit

 

Então se você estava adiando o sonho de comprar seu terreno/lote e construir a casa dos seus sonhos, cegou sua oportunidade! Temos uma central de loteamentos com especialistas nas regiões  de Eusébio, Aquiraz e Caucaia. Loteamentos com total infraestrutura de lazer e segurança. Em lançamento, em construção e prontos para construir.

 

 

 

 

Santander aumenta limite de financiamento imobiliário para 90% do valor

Em meio à guerra de preços, o Santander resolveu usar uma arma nova: entrada menor.

O Santander anunciou o aumento do limite de financiamento para 90% do valor do imóvel, ante 80% até agora. Em meio à guerra de taxas de financiamento imobiliário no país, o banco optou por utilizar uma nova arma: a possibilidade de dar uma entrada menor, se tornando a única instituição a trabalhar com entrada mínima de 10% no país.

O novo teto é aplicado ao Sistema de Amortização Constante (SAC), modalidade em que as parcelas são atualizáveis e tendem a diminuir com o tempo.

Os financiamentos são parceláveis em até 420 meses, ou 35 anos, e as condições são válidas para a aquisição de unidades a partir de R$ 90 mil.

Em nota, o banco lembra que o “cliente pode somar a renda com mais de uma pessoa, mesmo sem ter parentesco, para a análise de crédito e utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)”. Como de praxe, a aprovação está condicionada à análise de crédito personalizada.

Guerra de taxas

As taxas de juros praticadas pelo Santander permanecem as mesmas, a partir de 7,99% ao ano mais TR. Atualmente, o banco que oferece menor taxa mínima é a Caixa, com 6,5% ao ano mais TR para clientes com relacionamento com o banco.

Com a queda da taxa Selic, atualmente em 4,5%, as instituições financeiras vêm, há alguns meses, diminuindo suas taxas de juros de financiamento imobiliário e aplicando novas modalidades de crédito. Já é permitido oferecer financiamento indexado à inflação (IPCA) e a Caixa anunciou que lançará, em breve, o financiamento com taxa prefixada.

 

Fonte: Infomoney

Bancos já correm atrás de incorporador para oferecer crédito

Aumento na demanda por imóveis faz prática comum, de empresas procurarem recursos em instituições financeiras, se inverter.

 

A recuperação do mercado imobiliário e a expectativa de aceleração do crescimento daqui para frente tem criado uma situação inusitada: os bancos é que começaram a correr atrás das incorporadoras para oferecer empréstimo para a construção de novos empreendimentos, de acordo com o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, que também é presidente da comissão imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). “Os bancos é que têm procurado o incorporador”, destacou Petrucci, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

 

No acumulado de janeiro até agosto, os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança registram alta de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento foi mais intenso nas concessões voltadas às incorporadoras para construção, que subiram 47,2%, enquanto os empréstimos para consumidores realizarem a compra aumentaram 20,9%, segundo levantamento da consultoria Tendências. “Mas o incorporador também continua procurando os bancos”, ponderou Petrucci. “Tudo isso é uma resposta ao aumento da demanda por imóveis”, explicou.

 

O maior aquecimento do setor é uma consequência direta da redução da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), que levou os bancos a cortarem os juros do crédito imobiliário. A Caixa Econômica Federal anunciou esta semana corte de até 1 ponto porcentual nas taxas de juros para financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A menor taxa de juros cobrada pela Caixa passará de 8,50% mais a Taxa Referencial (TR) para 7,50% mais TR. A maior taxa vai de 9,75% mais TR para 9,50% mais TR.

 

O movimento do banco estatal, maior financiador do setor imobiliário no País, veio após anúncios do mesmo tipo pelos concorrentes dias antes. O Bradesco anunciou taxa mínima de TR + 7,30% ao ano, o Itaú fixou sua taxa mínima em TR + 7,45% e o Santander, TR + 7,99%.

 

O representante do setor imobiliário ainda elogiou a iniciativa do Banco Central de constituir uma plataforma para dar transparência às finanças dos empreendimentos imobiliários em construção no País. Batizada de Block, a plataforma trará dados auditados sobre o volume de venda de cada projeto e o fluxo de pagamentos para cada uma das unidades, entre outros itens.

 

A inclusão de dados pelas incorporadoras será voluntário. O objetivo é dar aos bancos maior visibilidade sobre os empreendimentos, facilitando a decisão de liberar ou não crédito para as obras. Isso servirá para empresas de pequeno e médio porte, segmento onde as regras de governança de cada projeto são mais frouxas. Na dúvida, os bancos fecham as portas para esse tipo de empresa. A perspectiva é que o Block esteja no ar no primeiro semestre de 2020. “Há milhares de pequenas e médias empresas que não conseguem financiamento. Essa ferramenta vai abrir caminho para muitas delas”, estimou Petrucci.

 

fonte: Terra

Bradesco anuncia redução do juro do financiamento imobiliário para 7,30%

Bradesco seguiu movimento de outros bancos e anunciou nesta segunda-feira, 30, a redução da taxa de juros mínima de sua linha de crédito imobiliário de 8,20% ao ano somada à taxa referencial (TR) — que está zerada — para 7,30% ao ano mais TR. As novas condições passam a vigorar a partir de terça-feira, 1º de outubro.

Na sexta-feira, o Itaú também anunciou que irá reduzir as taxas mínimas dos juros do financiamento imobiliário: de 8,1% ao ano + TR para a 7,45% ao ano + TR.

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Imóveis à venda em Fortaleza – financiamento bancário

O movimento dos bancos segue a redução mais recente da taxa básica de juros pelo Banco Central. O último corte de juros do financiamento imobiliário havia sido feito pelo banco no dia 18 de setembro, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu de 6% para 5,5% a Selic e ainda sinalizou espaço para novos cortes ao longo do ano.

De acordo com o banco, a modalidade permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e dispõe de prazo de até 360 meses. O cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel e o comprometimento máximo da renda líquida sobre o valor das prestações é de 30%.

 

Itáu Unibanco e Bradesco lideram o setor de financiamentos nos bancos privados, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

 

 

 

Itaú Unibanco reduz para 7,45% taxa para financiamento de imóveis

 

O Itaú Unibanco anunciou, nesta sexta-feira (27), uma nova redução na taxa de juros na linha de crédito imobiliário. A partir de 1º de outubro, a taxa mínima será de 7,45% ao ano mais Taxa Referencial (TR), variando de acordo com o perfil do cliente e de seu relacionamento com o banco. A taxa é menor que os 7,99% que vinham sendo oferecidos por Santander e BB.

Os valores são unificados para as linhas de Sistema Financeiro da Habitação (SFH), Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e Carteira Hipotecária (CH).

Em nota para a imprensa, a diretoria do banco, Cristina Magalhães comentou sobre essa crescente de créditos do Itaú.

“O mercado imobiliário está crescendo, a compra de um imóvel é uma decisão relevante na vida das pessoas. Queremos participar desse momento. É uma oportunidade de viabilizar sonhos e estabelecer uma relação de longo prazo com nossos clientes. Além, é claro, de contribuir para a retomada do setor”.

A instituição financeira ocupa a primeira posição entre os bancos privados do País na concessão de crédito imobiliário, conforme os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Entre os R$ 49 bilhões da carteira total do banco, R$ 44 bilhões são destinados aos financiamentos para pessoas físicas.

 

 

Caixa lança crédito imobiliário com juro a partir de 2,95% mais inflação

A Caixa Econômica Federal anunciou na terça-feira, 20/08, uma nova modalidade de crédito imobiliário que usará o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, como composição para os juros. O IPCA será acrescido de taxas, dependendo do relacionamento do cliente com a instituição. Segundo o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães, será possível baixar entre 30% e 50% o valor inicial de uma prestação imobiliária.

 

As mudanças valem para o SFH (Sistema Financeiro de Habitação), para imóveis até 1,5 milhão de reais e que permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e para o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), para aqueles acima desse valor e sem a possibilidade de usar o Fundo.

O financiamento funcionará de modo semelhante do que acontece atualmente: o saldo devedor será atualizado pelo IPCA, a exemplo do que ocorre com a TR, hoje zerada. O índice de inflação dos últimos 12 meses está em 3,22%. A expectativa do mercado financeiro para o indicador é de 3,71% ao final deste ano, segundo o Boletim Focus, divulgado na última segunda-feira.

 

As taxas da nova linha variam do IPCA mais 2,95% ao ano, oferecida a clientes com bom relacionamento com o banco, enquanto a máxima ficará em IPCA mais 4,95% ao ano. Hoje, o banco cobra juros de 8,50% a 9,75% ao ano mais TR nas principais linhas de crédito. Os contratos poderão ter prazo de até 360 meses e valor máximo financiado de 80%.

Para ilustrar a mudança, Guimarães citou como exemplo um imóvel de 300 mil reais, financiado por 30 anos com o banco. Com a TR + 9,75%, taxa vigente para clientes com baixo relacionamento com o banco, a prestação inicial gira em torno de 3.168 reais. Já com o IPCA + 4,75%, nova opção de financiamento para clientes com pouco relacionamento com a Caixa, a prestação inicial vai para 2.050 reais, redução de 35%. No caso da melhor taxa, de IPCA + 2,95% a redução da parcela é de 51%, sendo o primeiro pagamento de 1.556 reais.

 

Segundo Guimarães, com o novo título, o banco promoverá a securitização da linha de crédito. Ou seja, a Caixa deve oferecer o crédito como título a investidores, que vão avaliar se vale correr o risco de inadimplência de clientes.  O presidente Jair Bolsonaro, que participou da cerimônia, celebrou a medida e ressaltou o possível barateamento dos juros e ressaltou a iniciativa da Caixa. “(A medida) vem de encontro com o que esperam de nós.”

Repercussão

A Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) avalia como positiva a possibilidade de reajuste dos contratos pela inflação e que a expectativa é que haja redução de juros. “Com a queda nos índices de inflação, será possível a obtenção de financiamento com uma taxa efetiva menor, o que é positivo ao consumidor e amplia o número de pessoa elegíveis ao crédito imobiliário.”

 

Rafael Sasso, cofundador da plataforma de crédito imobiliário Melhortaxa, também enxerga com bons olhos a medida, mas alerta. “Para o consumidor, é um objeto de cuidado. Tem que ver qual é o cálculo efetivo total da proposta e lembrar que o IPCA é volátil. E um financiamento é por 20, 30 anos”, diz.

Além disso, ele lembra que o crédito imobiliário também causa outras despesas para o consumidor, o que pode tornar o custo efetivo no final mais caro, apesar das taxas mais baixas. Por exemplo, como condição para o financiamento, alguns bancos pedem que o cliente mantenha uma conta com saldo na instituição. “O crédito imobiliário não é só taxa. Tem seguro, que depende do período do financiamento e da idade do cliente, e outras coisas que o banco pede, manter saldo em conta, investimento.”

 

Para a Caixa, a notícia também é positiva, segundo os especialistas. Para o presidente da Abrainc, Luiz Antonio França, a medida deve ajudar na variação das formas de financiamento da Caixa. “O crédito imobiliário é financiado basicamente pela poupança e pelo FGTS. São bolsões de dinheiro finitos. Pode chega um momento que não tenha mais como. Por IPCA é mais de mercado, o que te dá uma capacidade de volume maior para o crédito imobiliário”, afirma.

Ele cita que a linha indexada ao IPCA vai permitir aos bancos securitizar (agrupar ativos e vendê-los como títulos) suas carteiras de financiamento habitacional, promovendo dessa forma um aumento na oferta de financiamento. Com a taxa sendo corrigida pela inflação, a tendência é que a companhia atraia investidores, porque não vai existir o medo de perder rentabilidade conforme a variação do índice de preços.

Sasso, do Melhortaxa, afirma que o movimento não é novo no mercado imobiliário brasileiro. “O que é novo é um banco grande fazer. Como temos um mercado muito monopolizado, isso injeta mais concorrência”, acrescenta ele.

 

Fonte: Veja

 

O que é Construcard?

Está pensando em reformar, construir? Mudou para seu novo lar e faltou orçamento para fazer seus móveis? Conheça os benefícios do cartão Construcard.

O Construcard é uma linha de crédito para compra de material de construção em lojas credenciadas pela Caixa. Ao contratar o financiamento, você recebe um cartão e tem até seis meses para comprar tudo o que precisar.

Com o cartão, você pode comprar, além de materiais de construção mais comuns (como tijolos, esquadrias, pisos, telhas e tintas), armários não removíveis, piscinas, elevadores, caixas-d’água, aquecedores solares, aerogeradores e equipamentos de energia fotovoltaica.

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Além da facilidade do débito em sua conta-corrente, você conta com a segurança e a agilidade da Caixa e com uma rede de milhares de lojas conveniadas.

Como funciona?

​O financiamento tem duas fases: utilização e amortização. A primeira fase destina-se à compra do seu material de construção, que pode ser entre dois e seis meses. Durante esse período, você paga somente os juros dos valores utilizados.

A segunda fase, que pode variar entre um e 240 meses, é a amortização do saldo devedor, ou seja, o pagamento mensal das prestações até a quitação do financiamento. Essa etapa só começa após o fim do prazo definido para compras.

Garantias: aval, alienação fiduciária de bem móvel, caução de depósito/aplicação financeira ou alienação fiduciária de bem imóvel.

Sistema de amortização: Tabela Price.

Vantagens

Imagem de uma mão segurando uma nota de dinheiro

Facilidade

As compras são feitas por meio de um cartão personalizado, em lojas credenciadas e as prestações são debitadas direto na sua conta-corrente.

Condições Especiais

Com a apresentação de garantia (alienação fiduciária de bem imóvel, caução de aplicações financeiras e/ou alienação fiduciária de veículos) você tem condições especiais! Quem recebe seu salário em conta Caixa também conta com melhores condições no financiamento! Procure uma das agências da caixa e saiba mais.

Prazos flexíveis

Prazos flexíveis de até 240 meses para clientes que apresentarem garantia real à operação (alienação de bem imóvel ou caução de aplicação financeira).

Comodidade

Desbloqueie e consulte saldo e extrato de compras do seu cartão Construcard no Atendimento Cartão Construcard pela internet Aplicativo Construcard (disponível para iOS e Android). As informações de compras realizadas são enviadas via SMS.

São milhares de estabelecimentos conveniados por todo o país que aceitam o Construcard.

Requisitos

      • Maior de 18 anos ou emancipado
      • Possuir uma conta corrente na Caixa
      • Ser aprovado nas avaliações de cadastro e de risco de crédito

 

Documentação

    • Identidade
    • CPF
    • Comprovante de Residência
    • Comprovante de Renda Atualizado
    • Documentos da garantia, se for o caso
    • Comprovante de propriedade do imóvel (carnê de IPTU/ITR com vencimento no ano corrente, certidão da matrícula do imóvel, cessão de direitos do imóvel ou, no caso do imóvel financiado pela Caixa, comprovante impresso por empregado Caixa, na agência).
    • No caso de imóvel de terceiros, basta uma declaração de ciência, assinada e com firma reconhecida, do proprietário do imóvel a ser reformado, além do comprovante da propriedade.

Vá até uma agência da caixa e saiba mais!

 

Fonte: Caixa Econômica Federal

Profissionais liberais e autônomos podem financiar imóveis? Sim, podem!

Você sabia que os profissionais autônomos representam uma grande parcela dos compradores de imóveis? Pois é. No Brasil, a economia informal e os pequenos negócios, são bastante comuns, representado boa parte do dinheiro circulante no país.

 

Na compra de imóveis financiados, há vários questionamentos e muitas dúvidas por parte de quem está comprando o imóvel. Somado a isso, o comprador é autônomo/profissional liberal. E então, como fazer? Como comprovar a renda que é um dos fatores primordiais para aquisição do financiamento?

 

Trabalhadores sem carteira assinada com atuação em áreas tão distintas quanto  odontologia, medicina, serviços e advocacia, entre outras, podem financiar seus imóveis diretamente nas construtoras ou em qualquer banco.

 

Para comprovar a renda, basta apresentar documentos como a declaração do imposto de renda, faturas de cartão de crédito, extratos bancários e contas de água, luz e telefone. O Banco analisa todo o u histórico bancário e por isso é importante ter seus pagamentos sempre em dia.

 

Quer esclarecer mais dúvidas? Entre em contato com nossa equipe. Vamos fornecer todas as informações necessárias.

falecom@escalaimoveis.com.br

veja também: Passo a passo: como contratar um financiamento imobiliário?