Itaú Unibanco reduz para 7,45% taxa para financiamento de imóveis

 

O Itaú Unibanco anunciou, nesta sexta-feira (27), uma nova redução na taxa de juros na linha de crédito imobiliário. A partir de 1º de outubro, a taxa mínima será de 7,45% ao ano mais Taxa Referencial (TR), variando de acordo com o perfil do cliente e de seu relacionamento com o banco. A taxa é menor que os 7,99% que vinham sendo oferecidos por Santander e BB.

Os valores são unificados para as linhas de Sistema Financeiro da Habitação (SFH), Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e Carteira Hipotecária (CH).

Em nota para a imprensa, a diretoria do banco, Cristina Magalhães comentou sobre essa crescente de créditos do Itaú.

“O mercado imobiliário está crescendo, a compra de um imóvel é uma decisão relevante na vida das pessoas. Queremos participar desse momento. É uma oportunidade de viabilizar sonhos e estabelecer uma relação de longo prazo com nossos clientes. Além, é claro, de contribuir para a retomada do setor”.

A instituição financeira ocupa a primeira posição entre os bancos privados do País na concessão de crédito imobiliário, conforme os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Entre os R$ 49 bilhões da carteira total do banco, R$ 44 bilhões são destinados aos financiamentos para pessoas físicas.

 

 

Bairros planejados são novos nichos do mercado imobiliário

Projetos vêm crescendo bastante nas cidades próximas às capitais por conta da segurança, lazer e comodidade.

Que tal participar dos novos empreendimentos de sucesso do mercado imobiliário? Ou pelo menos começar a ficar de olho como isso funciona? Interessante, né? Aqui iremos abordar os bairros planejados: os novos nichos do mercado.

Diversas pessoas estão procurando viver em locais assim, com conforto e tranquilidade. Por isso, se você quer saber mais sobre esse tipo de empreendimento e oferecer a um grupo de clientes específicos, veja nossas explicações claras e simples.

 

Percebendo esse fato, a Terra Brasilis passou a lançar projetos que priorizam as áreas comuns para favorecer o lazer e a convivência das pessoas, proporcionando não apenas um melhor aproveitamento de espaço, mas, principalmente, de vida. Tanto seus bairros planejados com lotes e casas residenciais,  seguem esse mesmo princípio. Na prática, isso é traduzido pelo uso das melhores técnicas construtivas em projetos com várias opções de lazer integrados à natureza e envolvidos por modernos sistemas de segurança.

bairro terra brasilis

As normas de ocupação e a gestão da comunidade

 

Temos que ter em mente que esses bairros planejados aqui no Brasil são projetos totalmente pensados, pois em nossa cultura é muito difícil ter locais assim. Por isso, um dos motivos de total sucesso desse tipo de empreendimento são as normas de ocupação e a gestão da comunidade ali instalada. Pois cada imóvel que for construído nesse bairro vai determinar a organização na vida da comunidade dessa região, dependendo de cada edificação. Mas por que precisamos disso? Pelo simples fato de ter que unir tudo o que forem fazer nesses bairros, como a moradia, o trabalho e o lazer. Tudo isso depende das normas e da gestão. Simples e direto.

 

Velocidade de ocupação

 

Essa talvez seja uma das partes mais difíceis do processo de construção de bairros planejados: a velocidade de ocupação. Mas por que é tão difícil? Porque ela é totalmente relevante para o sucesso desse empreendimento. Pelo simples fato de que para construir algo desse estilo é necessário um alto grau de investimento das partes envolvidas, pois tudo é organizado e construído de forma detalhada. Desse modo, a ocupação que deveria ser rápida para suprir as necessidades financeiras dos que construíram o bairro pode demorar bastante tempo, muitas vezes por anos.

 

Crescimento das cidades brasileiras

 

Outro fator importantíssimo na construção de um bairro planejado é pensar onde ele está se instalado. Pois ela está totalmente vinculada com as taxas de crescimento populacional das cidades brasileiras.

Quando for construir um empreendimento desse porte que deve chegar na maioria das vezes em 40 mil habitantes, as partes envolvidas no projeto devem estudar se a cidade onde estão instalando esse bairro consegue receber esse número de pessoas, se ela suporta esse aumento populacional. Assim o nível de valorização continua alto.

Legislação brasileira

Algo relacionado a construção de um bairro planejado é a legislação brasileira. Ela determina que o prazo máximo da construção pelo parcelamento do solo urbano dure dois anos, mas caso o município autorize, isso pode aumentar para mais dois anos, segundo a lei 6.766/79

 

Fonte/Inspiração: Imovelweb

Dicas de decoração para criar uma casa instagramável

Em busca de um cantinho digno de fotos do Instagram? Confira dicas de expert que você deve saber antes de planejar a decoração

 

A máxima “uma imagem vale mais que mil palavras” nunca esteve tão atual. Em tempos de redes sociais, o apelo estético tornou-se uma prioridade na vida de muitos, seja na esfera online ou offline. Do look do dia à decoração de casa, tudo precisa ser instagramável e render cliques compartilháveis.   

20934253_1517993064923844_7542278495925060948_oSala de jantar assinada pelo estúdio australiano Bree Leech

Em resumo, ambientes ‘instagramáveis’ são espaços muito bem decorados que despertam, para quem o vê, o desejo de fazer parte deles. O apelido ganhou força pela tendência das pessoas compartilharem suas fotos preferidas nas redes sociais, especialmente no Instagram. Mas ao invés de sair pelas ruas procurando o ambiente ideal para a sua próxima selfie, que tal transformar a sua própria sala, ou quarto, no plano de fundo perfeito?

Sendo assim, o que não pode faltar em um décor instagramável? Para desvendar essa questão,  a designer de interiores Marcella Bacellar, que junto de sua equipe assinou projetos de influenciadoras digitais como Jade Seba, Luiza D’Angelo e Mel Mattos. Expert em criar ambientes fotogênicos, ela compartilhou algumas dicas para uma casa digna de Instagram. Confira!

1. Explore sua personalidade

Seja você influencer ou não, demonstrar seu gosto pessoal é imprescindível na hora de preparar a decoração de casa. Afinal, de que adianta usar aquele papel de parede com estampa tropical se você odeia praia? “Não basta usar algo que chame atenção, mas não tenha a ver com sua personalidade”, afirma a designer. “É importante buscar elementos e materiais que imprimam o seu estilo”. Lembranças de viagens e objetos de acervo pessoal são ótimas opções para isso.

2. Crie espaços reais (e funcionais)

Não há problemas em criar ambientes pensados especialmente para as redes sociais, mas lembre-se de manter a funcionalidade desses cômodos. Mais do que um cenário, o espaço é, antes de tudo, um lugar da sua casa. “Não abra mão da funcionalidade. O metro quadrado hoje é muito valorizado para você dispor de um canto da sua casa que só sirva para fotos”, diz. “O ideal é que sejam espaços de fato usáveis e práticos para atender as suas necessidades”.

Design sem nome

3. Priorize móveis soltos

Para um consumo mais consciente e sustentável, lembre-se também de que os cenários dos cantinhos instagramáveis não precisam ser constantemente reformados ou renovados com novo mobiliário. Por isso, a dica é apostar em peças soltas que permitam diferentes configurações de ambientes. “Móveis soltos facilitam a hora de produzir fotos. Eles ajudam a diversificar a quantidade de imagens com diferentes cenários, já que você pode arrastar um banquinho, uma cadeira ou um abajur e criar várias composições”.

Design sem nome

4. Espelhos bem posicionados

Pode parecer óbvio, mas a posição dos espelhos no ambiente é umas das principais estratégias (além da iluminação) para conseguir boas fotos. “Isso é diferente de encher a casa de espelhos. Leve em conta o que deverá ser refletido e procure o melhor ângulo. Nesse caso, opte por modelos que possam ser arrastados e posicionados de uma forma que favoreça a fotografia”, explica Marcella.

Design sem nome

Todo cantinho instagramável deve ter aquele elemento que rouba a cena. Seja um tapete incrível ou uma peça statement, a decoração deve ser planejada entorno de um destaque. “Revestimentos, pinturas diferentes e coisas do gênero são legais, mas é importante que converse com a linguagem do projeto e a identidade da pessoa”, ressalta a designer de interiores.

“Nem sempre o caminho das estampas é a melhor alternativa. Pode ser um caminho, mas cantinhos minimalistas e com pouca cor também podem ser instagramáveis. A questão dos elementos terem a cara do morador atrai muito mais. É o que faz a pessoa se identificar e se imaginar ali”, finaliza.

Fonte e inspiração: Casa Vogue

Gostou desse post? Veja mais dicas de decoração em nosso blog.

Caixa lança crédito imobiliário com juro a partir de 2,95% mais inflação

A Caixa Econômica Federal anunciou na terça-feira, 20/08, uma nova modalidade de crédito imobiliário que usará o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, como composição para os juros. O IPCA será acrescido de taxas, dependendo do relacionamento do cliente com a instituição. Segundo o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães, será possível baixar entre 30% e 50% o valor inicial de uma prestação imobiliária.

 

As mudanças valem para o SFH (Sistema Financeiro de Habitação), para imóveis até 1,5 milhão de reais e que permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e para o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), para aqueles acima desse valor e sem a possibilidade de usar o Fundo.

O financiamento funcionará de modo semelhante do que acontece atualmente: o saldo devedor será atualizado pelo IPCA, a exemplo do que ocorre com a TR, hoje zerada. O índice de inflação dos últimos 12 meses está em 3,22%. A expectativa do mercado financeiro para o indicador é de 3,71% ao final deste ano, segundo o Boletim Focus, divulgado na última segunda-feira.

 

As taxas da nova linha variam do IPCA mais 2,95% ao ano, oferecida a clientes com bom relacionamento com o banco, enquanto a máxima ficará em IPCA mais 4,95% ao ano. Hoje, o banco cobra juros de 8,50% a 9,75% ao ano mais TR nas principais linhas de crédito. Os contratos poderão ter prazo de até 360 meses e valor máximo financiado de 80%.

Para ilustrar a mudança, Guimarães citou como exemplo um imóvel de 300 mil reais, financiado por 30 anos com o banco. Com a TR + 9,75%, taxa vigente para clientes com baixo relacionamento com o banco, a prestação inicial gira em torno de 3.168 reais. Já com o IPCA + 4,75%, nova opção de financiamento para clientes com pouco relacionamento com a Caixa, a prestação inicial vai para 2.050 reais, redução de 35%. No caso da melhor taxa, de IPCA + 2,95% a redução da parcela é de 51%, sendo o primeiro pagamento de 1.556 reais.

 

Segundo Guimarães, com o novo título, o banco promoverá a securitização da linha de crédito. Ou seja, a Caixa deve oferecer o crédito como título a investidores, que vão avaliar se vale correr o risco de inadimplência de clientes.  O presidente Jair Bolsonaro, que participou da cerimônia, celebrou a medida e ressaltou o possível barateamento dos juros e ressaltou a iniciativa da Caixa. “(A medida) vem de encontro com o que esperam de nós.”

Repercussão

A Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) avalia como positiva a possibilidade de reajuste dos contratos pela inflação e que a expectativa é que haja redução de juros. “Com a queda nos índices de inflação, será possível a obtenção de financiamento com uma taxa efetiva menor, o que é positivo ao consumidor e amplia o número de pessoa elegíveis ao crédito imobiliário.”

 

Rafael Sasso, cofundador da plataforma de crédito imobiliário Melhortaxa, também enxerga com bons olhos a medida, mas alerta. “Para o consumidor, é um objeto de cuidado. Tem que ver qual é o cálculo efetivo total da proposta e lembrar que o IPCA é volátil. E um financiamento é por 20, 30 anos”, diz.

Além disso, ele lembra que o crédito imobiliário também causa outras despesas para o consumidor, o que pode tornar o custo efetivo no final mais caro, apesar das taxas mais baixas. Por exemplo, como condição para o financiamento, alguns bancos pedem que o cliente mantenha uma conta com saldo na instituição. “O crédito imobiliário não é só taxa. Tem seguro, que depende do período do financiamento e da idade do cliente, e outras coisas que o banco pede, manter saldo em conta, investimento.”

 

Para a Caixa, a notícia também é positiva, segundo os especialistas. Para o presidente da Abrainc, Luiz Antonio França, a medida deve ajudar na variação das formas de financiamento da Caixa. “O crédito imobiliário é financiado basicamente pela poupança e pelo FGTS. São bolsões de dinheiro finitos. Pode chega um momento que não tenha mais como. Por IPCA é mais de mercado, o que te dá uma capacidade de volume maior para o crédito imobiliário”, afirma.

Ele cita que a linha indexada ao IPCA vai permitir aos bancos securitizar (agrupar ativos e vendê-los como títulos) suas carteiras de financiamento habitacional, promovendo dessa forma um aumento na oferta de financiamento. Com a taxa sendo corrigida pela inflação, a tendência é que a companhia atraia investidores, porque não vai existir o medo de perder rentabilidade conforme a variação do índice de preços.

Sasso, do Melhortaxa, afirma que o movimento não é novo no mercado imobiliário brasileiro. “O que é novo é um banco grande fazer. Como temos um mercado muito monopolizado, isso injeta mais concorrência”, acrescenta ele.

 

Fonte: Veja

 

Como escolher o piso ideal para cada ambiente do seu projeto

Conheça os 8 tipos de piso indicados para projetos residenciais e comerciais:

  • cerâmica
  • porcelanato
  • cimento queimado
  • ladrilho hidráulico
  • mármore
  • granito
  • laminado de madeira
  • piso vinílico

1- Cerâmica

Vamos começar a falar sobre os tipos de piso citando um dos mais utilizados: o cerâmico.

O material é produzido a partir da prensagem da argila úmida e peneirada. O piso cerâmico pode ser usado tanto em ambientes internos e externos.

Entre suas vantagens está a resistência à água e a manchas e a variedade de texturas e paginações.

Existem muitos modelos e acabamentos de piso cerâmico, que pode ser natural ou acetinado, pode ser estampado ou pode ainda imitar outros materiais como a madeira, pedras e até mesmo tecidos.

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2- Porcelanato

Quando falamos sobre tipos de piso, o porcelanato é um dos queridinhos dos clientes! E eles têm razão, afinal, o material é de alta qualidade e deixa qualquer projeto muito mais elegante.

Existem vários tipos de porcelanato, e a diferença entre eles é basicamente a intensidade do brilho e a presença de texturas.

FURNITURE                                            sala de jantar com piso porcelanato (projeto: Lorrayne Zucolotto)

3- Cimento Queimado

O piso de cimento queimado é aquele que tem aparência de inacabado, ideal para ambientes com o estilo rústico ou industrial.

Ele é feito com uma base de cimento, areia e água e finalizado com pó de cimento.

Porém existem diversos produtos no mercado que foram desenvolvidos para dar o efeito de cimento queimado ao piso.

Uma das vantagens desse tipo de piso é a facilidade na aplicação e o baixo custo para a obra. Porém, ele não é indicado para ambientes úmidos, como o banheiro.

FURNITURE                                Projeto por IBD Arquitetura

4 – Ladrilho Hidráulico

O cliente gosta de tipos de piso com variação de estampas e feitos de forma artesanal? Então o Ladrilho Hidráulico é uma opção interessante para o projeto.

O material, feito com uma combinação de pó de mármore, cimento e corantes, deixa qualquer ambiente com mais personalidade.

Devido ao processo de fabricação, seu custo costuma ser mais alto. Porém existem cerâmicas e porcelanato que imita a aparência do ladrilho hidráulico.

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5- Mármore

Tipos de piso frios são interessantes para regiões mais quentes, e o mármore é um das opções nesses casos.

Mas se o cliente mora em um local mais frio, uma alternativa é usar sistemas de aquecimento de piso ou tapetes.

O revestimento natural é constituído de calcita, um dos componentes do calcário. Extremamente luxuoso, o piso de mármore traz aspecto de limpeza e tranquilidade.

Entre as suas desvantagens, está a baixa resistência a impactos e soluções ácidas.

FURNITURE                                     projeto: Andrea Petini

6- Granito

Assim como o mármore, o granito é um revestimento que traz imponência e luxuosidade para os ambientes.

Mas ele apresenta uma vantagem: entre os dois tipos de piso, o granito é o mais barato.

Outros benefícios dessa pedra natural é a facilidade de limpeza e a resistência, o que possibilita que ele seja aplicado em locais com maior fluxo.

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7 – Laminado de madeira

Revestimentos de madeira também aparecem entre os tipos de piso mais pedidos pelos clientes. Como a madeira natural tem um custo alto, uma alternativa interessante é o piso laminado de madeira. O revestimento, feito HDF (painel de madeira de alta densidade), deixa o ambiente aconchegante e tem fácil instalação.

Esse é um dos tipos de piso que não se dão muito bem com a umidade. Por isso, não é recomendado para o uso em áreas molhadas (banheiro ou cozinha).

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8 – Piso Vinílico

O piso vinílico é muito semelhante ao piso laminado e, muitas vezes, os dois são confundidos. A diferença é que ele é produzido a partir de PVC.

Outra diferença entre os tipos de piso é que o vinílico necessita de uma superfície nivelada para a instalação.

Já o laminado pode ser aplicado em qualquer lugar, desde que o contrapiso conte com, no máximo, 3 mm de saliências em uma extensão de até 1 m.

Entre as vantagens do piso vinílico está o conforto térmico, acústico e a resistência a manchas.

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Gostou? Confira mais dicas em nosso blog

Fonte:Viva Decora

O que é Construcard?

Está pensando em reformar, construir? Mudou para seu novo lar e faltou orçamento para fazer seus móveis? Conheça os benefícios do cartão Construcard.

O Construcard é uma linha de crédito para compra de material de construção em lojas credenciadas pela Caixa. Ao contratar o financiamento, você recebe um cartão e tem até seis meses para comprar tudo o que precisar.

Com o cartão, você pode comprar, além de materiais de construção mais comuns (como tijolos, esquadrias, pisos, telhas e tintas), armários não removíveis, piscinas, elevadores, caixas-d’água, aquecedores solares, aerogeradores e equipamentos de energia fotovoltaica.

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Além da facilidade do débito em sua conta-corrente, você conta com a segurança e a agilidade da Caixa e com uma rede de milhares de lojas conveniadas.

Como funciona?

​O financiamento tem duas fases: utilização e amortização. A primeira fase destina-se à compra do seu material de construção, que pode ser entre dois e seis meses. Durante esse período, você paga somente os juros dos valores utilizados.

A segunda fase, que pode variar entre um e 240 meses, é a amortização do saldo devedor, ou seja, o pagamento mensal das prestações até a quitação do financiamento. Essa etapa só começa após o fim do prazo definido para compras.

Garantias: aval, alienação fiduciária de bem móvel, caução de depósito/aplicação financeira ou alienação fiduciária de bem imóvel.

Sistema de amortização: Tabela Price.

Vantagens

Imagem de uma mão segurando uma nota de dinheiro

Facilidade

As compras são feitas por meio de um cartão personalizado, em lojas credenciadas e as prestações são debitadas direto na sua conta-corrente.

Condições Especiais

Com a apresentação de garantia (alienação fiduciária de bem imóvel, caução de aplicações financeiras e/ou alienação fiduciária de veículos) você tem condições especiais! Quem recebe seu salário em conta Caixa também conta com melhores condições no financiamento! Procure uma das agências da caixa e saiba mais.

Prazos flexíveis

Prazos flexíveis de até 240 meses para clientes que apresentarem garantia real à operação (alienação de bem imóvel ou caução de aplicação financeira).

Comodidade

Desbloqueie e consulte saldo e extrato de compras do seu cartão Construcard no Atendimento Cartão Construcard pela internet Aplicativo Construcard (disponível para iOS e Android). As informações de compras realizadas são enviadas via SMS.

São milhares de estabelecimentos conveniados por todo o país que aceitam o Construcard.

Requisitos

      • Maior de 18 anos ou emancipado
      • Possuir uma conta corrente na Caixa
      • Ser aprovado nas avaliações de cadastro e de risco de crédito

 

Documentação

    • Identidade
    • CPF
    • Comprovante de Residência
    • Comprovante de Renda Atualizado
    • Documentos da garantia, se for o caso
    • Comprovante de propriedade do imóvel (carnê de IPTU/ITR com vencimento no ano corrente, certidão da matrícula do imóvel, cessão de direitos do imóvel ou, no caso do imóvel financiado pela Caixa, comprovante impresso por empregado Caixa, na agência).
    • No caso de imóvel de terceiros, basta uma declaração de ciência, assinada e com firma reconhecida, do proprietário do imóvel a ser reformado, além do comprovante da propriedade.

Vá até uma agência da caixa e saiba mais!

 

Fonte: Caixa Econômica Federal

Governo propõe limite de R$ 7 mil como renda para ter acesso ao Minha Casa Minha Vida

BRASÍLIA – O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, anunciou no último dia 04/06, as alterações que o governo pretende propor para o programa Minha Casa Minha Vida. Entre elas, o limite de acesso a famílias que tenham renda de até sete salários mínimos (R$ 6.986), a criação de um dispositivo para regionalizar o acesso às moradias e a capacitação de beneficiários. O ministro participou de uma audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. As mudanças terão de ser feitas por um projeto de lei que ainda será enviado ao Congresso.

Atualmente, o programa tem quatro faixas que atendem a famílias com renda de até R$ 9 mil.

O ministro propôs que a faixa 1 abarque famílias com renda de até um salário mínimo – hoje as que ganham até R$ 1.800 têm acesso a essa parte do programa. Essa linha de moradia social seria para as pessoas em situação precária, que não têm condições de arcar com o pagamento de uma parcela mínima e que não conseguem fazer um financiamento.

Canuto refutou a alegação de que essa faixa criaria uma espécie de aluguel. De acordo com ele, para essa linha o governo construirá os conjuntos habitacionais, administrados pela prefeitura, e o Ministério da Cidadania desenvolverá programas sociais de capacitação para os moradores.

“Não há aluguel, nunca foi pensado para ser assim. O imóvel é público. É uma assistência, estender a mão para quem mais precisa no momento. Não queremos apenas dar um teto para essas pessoas, queremos que eles se insiram na sociedade, com condições de participar dela”, disse Canuto. Nesses casos, os moradores não terão de pagar para morar nos condomínios. Eles arcarão somente com as contas de água e luz.

De acordo com o ministro, foi na faixa 1 que o governo identificou os maiores problemas do Minha Casa Minha Vida, com a venda irregular de até 30% das moradias construídas. Por isso, a pasta quer mudar as regras de acesso para evitar essa e outras questões, como a expulsão das famílias por facções criminosas e conflitos sociais.

Canuto também explicou que foi criado um fator de localização das moradias para ajustar os valores tanto de acesso ao programa quanto do imóvel de acordo com as regiões do País. “Entendemos que definir esses limites para acessar o programa nem sempre é justo porque há diferenças regionais. O poder de compra de um salário mínimo na região metropolitana de São Paulo não é o mesmo poder de compra no agreste pernambucano. E o programa deve atender às mesmas pessoas em situação de vulnerabilidade. É uma tentativa de regionalizar o Minha Casa Minha Vida”, disse.Em outra parte do programa, o governo vai construir e entregar imóveis para famílias em situação de vulnerabilidade que tenham sido vítimas de calamidade ou de desapropriação. Há a opção, ainda em estudo, de dar uma carta de crédito para quem se enquadrar nessas situações para que a pessoa escolha uma residência. Para o ministro, essa solução pode ser mais efetiva e ajudaria a reduzir os custos do governo.

Renda entre dois e sete salários

Outras três faixas serão destinadas para as famílias com renda entre dois e sete salários mínimos. Aqui, o governo propõe que a iniciativa privada construa os parques imobiliários pagos pelo governo posteriormente. “A gente está facilitando a aquisição do imóvel, mas todos estão pagando para adquirir o seu. É uma moradia social, só que financiada”, disse.

As famílias beneficiadas serão escolhidas pelos municípios e pelas empresas, que também farão a gestão patrimonial. O beneficiário, então, vai pagar uma espécie de aluguel que será usado no futuro para adquirir o imóvel que ele está ocupando ou outra residência do programa.

Para o primeiro nível, a proposta é que as famílias paguem 50% do imóvel, enquanto os recursos do FGTS arcariam com 25% e o Orçamento-Geral da União subsidiaria os outros 25%.

No nível 2, de dois a quatro salários, haverá desconto do FGTS, sem participação da Orçamento-Geral da União, e para o terceiro nível, a facilidade seria a taxa de juros reduzida. As novas regras, no entanto, poderão ainda ser modificadas, segundo explicou Canuto.

De acordo com o ministro, há um déficit habitacional de 5 milhões de casas em todo o País e o governo não tem condições de arcar sozinho com os custos para construí-las. “A estratégia, então, é fazer a construção com a iniciativa privada. Ela tem interesse em construir, mas precisa dos meios. O que move o setor privado é o recurso. Estamos falando a língua do setor privado, mas beneficiando o social”, disse.

O programa também prevê recursos para a melhoria das residências, com subsídios para as reformas dos imóveis. O ministro, no entanto, não detalhou essa parte.

Fonte: Estadão

Vai vender seu imóvel? veja essas super dicas!

Não é nenhuma novidade que tornar um imóvel mais atrativo facilita a negociação e a venda. No mercado de imóveis, deixar um imóvel mais atraente é conhecido como “valorizar o imóvel” e como o próprio termo já diz, agregar a ele um valor maior. Existem muitas formas de valorizar um imóvel. Veja algumas delas:

Veja com o olhar do cliente

A primeira dica para valorizar um imóvel é bem simples, mas muitas vezes é esquecida. Tente ver se o seu imóvel está agradável pelo olhar do cliente. O ambiente está te passando sensação boa, você se sente confortável nele? Se a resposta for negativa, é preciso mais atenção e avaliar onde está o erro antes de agendar qualquer visita, seja ela com corretor ou diretamente com cliente. Afinal, a primeira impressão é a que fica. Dificilmente um cliente retornará ao imóvel que não se sentiu confortável.

Como deixar o ambiente aconchegante

Ao visitar o imóvel, é necessário que o cliente consiga se imaginar morando lá, afinal fica difícil ter um bom discernimento do potencial do imóvel se o mesmo estiver bagunçado, sujo, desorganizado. Então vamos lá:

Organize os itens básicos, mesmo que o imóvel esteja vazio tente passar um ar de “habitado”. Algumas ideias são:

  • Dê descarga e abaixe a tampa dos vasos sanitários;
  • Ligue o ar condicionado se estiver calor;
  • Utilize uma música ambiente;
  • Abra as cortinas;
  • Deixe o ambiente mais iluminado
  • Retire o ventilador da sala pois dá ideia de ambiente quente (mesmo que não seja);
  • Decore suavemente o ambiente com flores, por exemplo.
  • De preferência recolha os porta retratos e diminua o excesso de itens que sejam extremamente pessoais como por exemplo “aquela’ coleção de itens de couro pintados à mão e por ai vai.

Veja a pintura e acabamento das paredes

Independente da estrutura do imóvel, um acabamento novo pode fazer toda a diferença no momento da venda. Isso vale para imóveis novos ou antigos. Uma “mão de tinta’ encobre pequenas imperfeições que depois não vai fazer nenhuma diferença já que o comprador acaba que personalizando o imóvel de acordo com seu gosto e necessidades, como troca de móveis e cor de parede. Veja bem: não estamos dizendo para você mascarar problemas. Mas sim ressaltar as qualidades e arrumar o que pode virar fator negativo para a decisão da compra.

Organização é tudo

Remova tudo que é desnecessário no imóvel, objetos espalhados pela casa. Se você tem criança, reúna todos os brinquedos em um só lugar, não deixe nada espalhado pelo imóvel. Se seu imóvel ainda está mobiliado, tente deixar tudo mais clean. Cômodos com menos móveis dão a sensação de amplitude, valorizando ainda mais o seu imóvel.

Atenção para a cozinha: nada de louça suja na pia, restos de comida pelos móveis ou chão. Descaracterize a cozinha com seus objetos pessoais como imãs de geladeira, ornamentos, etc. Tudo que possa fazer com que o cliente venha a sentir que ali pode ser seu futuro lar.

Cuide da circulação do ar

Faça o ar do ambiente circular. Especialmente imóveis que estão desocupados tender a ter um odor desagradável. Como a circulação do ar é um aspecto muito observado por quem aluga o imóvel, é fundamental garantir que a temperatura esteja aceitável, que o apartamento pareça a arejado e quantidade de sol suficiente.

Caso seja necessário, chegue antes do horário marcado com o possível cliente e prepare o local. Você pode abrir as janelas e cortinas, ligar o ar condicionado ou ventiladores.

Torne a iluminação equilibrada

O mesmo vale para iluminação. Utilize recursos para mostrar para seu cliente que a iluminação do ambiente é adequada. Se for um imóvel que recebe muito sol, opte por utilizar cortinas, se o imóvel tiver mais horas do dia na sombra, utilize lâmpadas mais claras, e assim por diante. Analise os pontos fortes e fracos da iluminação e procure equilibrá-los.

 

Por meio de investimentos relativamente baixos, é possível gerar muito mais valor ao imóvel e tornar a venda mais simples. Você tem alguma dica para facilitar a venda de imóveis? Deixe nos comentários!

Veja também: Ambientes integrados e humanização de espaços ; Está demorando para vender ou alugar seu imóvel?Entenda as causas que podem estar influenciando isso.

Conhecendo o litoral Cearense: Aquiraz

Aquiraz é um município brasileiro no litoral do estado do Ceará, Situada a 32 km de Fortaleza, a cidade de Aquiraz guarda em suas raízes as tradições indígenas e do colonizador europeu, não esquecendo os marcantes traços da cultura africana espalhados em todo município.

Primeira capital do Ceará, Aquiraz é responsável por parte importante do fluxo de turistas que vai a Fortaleza, possuindo segundo maior parque hoteleiro do Ceará, segundo dados da Secretaria Estadual do Turismo.

Os principais atrativos naturais são os seus 36 km de praias (Porto das Dunas, Prainha, Presídio, Iguape, Barro Preto e Batoque). A sede do município é guardiã de um rico patrimônio histórico, colocando o município em lugar de destaque no cenário nacional.

Sua ocupação inicial era de casas de veraneio, dada à proximidade de Fortaleza. Recentemente, Aquiraz tem recebido investimentos privados de pequeno, médio e grande porte, e o poder público tem investido em projetos de infra-estrutura e qualificação da mão-de-obra, com o objetivo de preparar o município para a demanda crescente de turistas. Vale destacar também o empenho da Secretaria de Turismo do município em organizar toda a cadeia produtiva que se beneficia do turismo, atraindo eventos importantes e sendo protagonista da principal regata de jangadas do Estado, agregando cultura e arte – o Navegarte.

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Na região de Aquiraz é forte o Crescimento de grandes empreendimentos imobiliários como o Reserva Terra Brasilis, Loteamento fechado de lotes com completa infraestrutura de lazer e segurança. Se você optar por estar mais pertinho do Porto das Dunas uma excelente opção é O Dunnas Vilage Clube, condomínio fechado de lotes, a 5km da praia do Porto das dunas e na rotatória para ir para a Prainha, outro destino preferido dos turistas e Fortalezenses.

 

Idéias para Decorar Quartos Pequenos

 

Nos últimos anos, como reflexo da economia no país, ocorreram mudanças significativas no comportamento do brasileiro. Cada vez mais as pessoas estão se casando mais velhas, seja em busca de uma dedicação e foco na carreira profissional seja por comodidade. Contudo, estão deixando de viver com os pais cada vez mais jovens. Isso faz com que exista uma grande demanda por apartamentos compactos como é o caso do J. Smart Vicente Leite

Nos apartamentos compactos ou studios, todos os cômodos são pensados para a funcionalidade do dia-a-dia. O quarto, em especial, por ter tamanho já reduzido, requer um pouco mais de atenção na hora da decoração e aproveitamentos de todos os espaços.

A boa notícia é que alguns truques simples de decoração vão fazer o seu quarto ficar mais prático e parecendo bem maior.

1. Opte por cores claras

Cores claras fazem o espaço parecer maior, mesmo que apenas visivelmente. O importante é a sensação da amplitude. Aposte no branco ou em uma paleta de cores claras.

2. Use abuse de prateleiras

Em espaços pequenos, as paredes são suas aliadas! Aproveite todo e qualquer espaço. A ajuda de um bom profissional nesse momento é muito importante, para que todos os espaços sejam aproveitados.  Em tese, qualquer parede serve, mas se você instalar a prateleira na parede atrás da cama, vai conseguir um efeito legal dispensando a necessidade de uma cabeceira, que ocuparia ainda mais espaço.

3. Aposte nos espelhos

o uso do espelho consegue dar um aspecto maior à decoração de quarto. Além de servir pra dar aquela conferida no visual, o espelho também reflete e dobra o espaço e todas as melhorias que feitas nos quartos pequenos, como as paredes claras e a iluminação.

 

4. Menos é mais no quarto pequeno

Aproveite bem todos os espaços. Aproveite todos os espacinhos que conseguir encontrar pelo quarto. O espaço embaixo da cama pode e deve ser aproveitado em quartos pequenos! Use gavetas ou cestos para organizar enxoval, sapatos e até roupas, liberando mais espaço em outros lugares como armários e cômodas.

5. Móveis baixos dão a sensação de amplitude

Um truque muito usado pelos profissionais de decoração em quartos pequenos é manter a linha da altura dos móveis baixa, assim o pé direito parece maior e a sua sensação de quarto grande só aumenta!

6. Aproveite bem todos os espaços

Aproveite todos os espacinhos que conseguir encontrar pelo quarto. O espaço embaixo da cama pode e deve ser aproveitado em quartos pequenos! Use gavetas ou cestos para organizar enxoval, sapatos e até roupas, liberando mais espaço em outros lugares como armários e cômodas.

7. Aproveite as paredes

Instalar abajures e luminárias na parede ou no teto é uma ideia que vai poupar um bom espaço no seu criado-mudo, além de deixar o quarto mais organizado, com visual mais leve e, por consequência, maior.

8. TV na parede otimiza o espaço

Se você é daqueles que gosta de ver um pouco de TV antes de dormir, sabe que ela pode ocupar um bom espaço. O ideal em quartos pequenos é apostar em murais ou painéis de parede para prender o aparelho e economizar espaço, dispensando muitas vezes até a necessidade de um móvel que seria usado como apoio para a TV.

9. Seja criativo

A última dica também é a mais importante: seja criativo ao decorar o seu quarto pequeno! Aproveite os espaços mais inusitados, como o teto, para guardar coisas, por exemplo. Você também pode dispensar móveis que podem ser supérfluos, como uma cabeceira.

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