Caixa volta a financiar compra de lotes para a construção de imóvel

Linha de crédito estará disponível a partir de segunda-feira.

 

Novidades da Caixa Econômica Federal na linha de financiamento de Lote Urbanizado e oferta de taxas de juros diferenciadas para modalidades de Construção Individual passam a valer a partir desta segunda-feira (03). Com funding do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e reajuste pela Taxa Referencial (TR), as modalidades são muito bem-vindas no mercado imobiliário.

Em casos de financiamento de Lote Urbanizado, poderão ser financiados valores entre R$ 50 mil e R$ 1,5 milhão, com taxa de juros efetiva de até TR + 8,50%.a.a, e quota de financiamento de até 70% sobre o valor de avaliação do terreno. O prazo para pagamento da dívida é de até 240 meses.

Nos casos de aquisição de terreno e construção ou construção em terreno próprio, a Caixa possui tratamento personalizado. A TR pode chegar a 6,50% a.a. (taxa efetiva).

Nessas situações, os adquirentes poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortização do financiamento.

Até a semana passada, a taxa para compra de terreno variava entre 10,25% a 11% ao ano, e a taxa para construção individual variava entre 7,25% a 8,5% ao ano.

Fonte: Adit

 

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Urban jungle: descubra as características dessa tendência!

Diante da busca por resgatar o contato com a natureza, a tendência de urban jungle ganha destaque em todo o mundo. Conheça suas características e como aplicá-la!

Na hora de decorar um imóvel, é cada vez mais comum não olhar só para dentro. No lugar de considerar apenas os móveis, quadros e itens “internos”, há uma tendência de enxergar o mundo de fora como componente do lar — esse movimento tem nome e sobrenome: urban jungle.

Essa decoração tem ganhado projeção. E para explicar melhor essa alternativa, Dieiny Kipper e Lízia Witzel, as Arquitetas Online, contaram o que direciona as escolhas de tal possibilidade.

Ao entender as características marcantes dessa abordagem, fica fácil replicar em seus projetos para clientes exigentes. Além de trazer muita personalidade, é uma forma de resgatar um contato com a natureza que parece perdido nas grandes cidades — mas que está mais próximo do que dá para imaginar.

Que tal descobrir como essa tendência pode ser utilizada? Continue a leitura e descubra as características da pegada urban jungle.

O que é urban jungle?

Em tradução livre, a tendência de decoração é conhecida como “selva urbana”. O nome já indica que se trata de uma ideia com bastante verde e máximo contato com a natureza.

“O estilo Urban jungle nasceu para trazer a natureza para dentro dos lares e inseriu o verde na decoração como forma de gerar vida, aconchego e bem-estar nas moradias urbanas”, revela a dupla de profissionais.

Além do verde como aspecto central, existe uma tendência de criar um local com materiais naturais. Madeira, palha e outros componentes que remetem ao ambiente externo ganham espaço entre as paredes do imóvel. Mais que um estilo com regras definidas, é um movimento de recuperação por parte dos jovens adultos que, muitas vezes, ocupam seus próprios lares pela primeira vez.

Como oferece bastante versatilidade, também garante um nível elevado de adaptação. Qualquer pessoa que entenda como cuidar das plantas tem a chance de explorar essa possibilidade.

“É para todos aqueles que adoram cuidar de plantas e conhecem a necessidade de cada espécie. Para quem deseja muito ter uma casa nesse estilo, mas não tem intimidade com plantas, pode pesquisar sobre os cuidados de cada tipo. Assim, dá para começar esse ‘relacionamento’ que traz grandes benefícios para o imóvel e seus moradores”, ponderam.

Como surgiu a tendência?

As mudanças na sociedade são, na verdade, os grandes motivadores para o surgimento do urban jungle. O motivo é simples: com um volume crescente de concreto e com cidades populosas, a natureza fica distante.

No mar de concreto que são as grandes cidades, a busca por algo natural é um movimento que faz sentido. Isso vale para uma sociedade que está progressivamente conectada aos celulares e que pouco vê o mundo lá fora. Trata-se de uma tendência relativamente moderna, já que esse desenvolvimento e a imersão na tecnologia têm alguns anos.

“Com o aumento das grandes construções e, consequentemente, do desmatamento, estamos cada vez mais afastados da natureza. Quando tiramos férias, procuramos ficar mais próximos, mas quando voltamos para casa, sentimos falta da qualidade de vida e da incrível sensação visual que ela nos traz”, explicam as Arquitetas Online.

Essa decoração, portanto, não tem um caráter apenas estético. A intenção inclui recriar o visual de uma floresta urbana e montar um ambiente único. No entanto, também tem a ver com bem-estar, sensação de satisfação e estímulo aos sentidos.

Como inserir plantas dentro de casa?

Não existe floresta sem plantas, certo? Então, é imprescindível pensar em como inserir esses elementos dentro de casa para adotar a proposta de urban jungle.

A seguir, descubra como inserir as plantas no lar e crie um espaço particular de floresta!

ENTENDA AS NECESSIDADES DAS PLANTAS

 

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Cada espécie apresenta um conjunto de características, então não dá para criar uma fórmula única de cuidado. No entanto, é essencial compreender que plantas são seres vivos, por mais resistentes que sejam. Logo, a atenção tem que ser constante — e o comprometimento, também.

Como bem explicam as Arquitetas Online, “todas elas necessitam de empenho para darem certo: luz (direta ou indireta), ventilação, adubação e rega correta são essenciais”. Então, saiba que dedicar um pouco de tempo será fundamental para obter o sucesso ao adotar esse estilo.

Você não precisa ser profissional no tema e nem fazer cursos ou ter experiência. No entanto, deve estar pronto para reconhecer as necessidades de cada vaso e o melhor jeito de cuidar. Assim, é possível selecionar as alternativas indicadas para deixar os clientes satisfeitos.

FIQUE DE OLHO NOS VASOS PENDURADOS

Para diversificar o ambiente e conseguir uma finalização interessante, vale pensar no uso de vasos suspensos. Ao mesmo tempo, é preciso ter alguns cuidados para que o resultado não cause problemas extras.

Os autoirrigáveis, segundo as arquitetas, são as melhores opções para usar de maneira suspensa. Isso evita o aparecimento de goteiras, o que ainda impede a sujeira no espaço — seja na sacada, seja dentro de casa.

Além disso, é preciso ficar atento à altura onde houver circulação. Ela deve ser maior que o tamanho médio de uma pessoa, para evitar impactos e acidentes. “Caso estejam acima de móveis ou perto da parede, é só usar a imaginação e variar as alturas dos vasos e espécies de plantas”, ensinam.

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INVISTA EM SUPORTES ELEVADOS

Outra possibilidade consiste em adotar suportes elevados para que os vasos possam ser compostos em diferentes alturas. Essa é uma opção conveniente para quem não pode ou não quer usar vasos suspensos, bem como para quem deseja complementá-los de uma forma distinta.

A proposta inclui utilizar prateleiras e até estantes para dar suporte aos vasos. A verticalização permite o aproveitamento do ambiente, só que adota uma escolha simples e que funciona para muitos casos.

Recorrer a prateleiras em diversos níveis, inclusive, é um jeito de dar dimensão e profundidade à composição. O cuidado principal tem a ver com a distribuição e com o planejamento, de modo a garantir um resultado interessante.

CRIE UM JARDIM VERTICAL

É quase impossível falar de urban jungle sem citar um dos principais queridinhos de quem deseja ter o verde em casa: o jardim vertical. Essa é uma opção que aproveita o espaço da melhor maneira e ainda ajuda a criar uma parede verde muito especial. Tendência em boa parte dos projetos com essa pegada, pode ser elaborado no imóvel, desde que algumas características sejam observadas.

O primeiro aspecto é o lugar escolhido. É indispensável que ele tenha luz e ventilação para que as plantas vivam. Não adianta selecionar um canto escuro e isolado do corredor, porque o resultado não vai ser interessante. Também é indicado recorrer às plantas com cuidados semelhantes — ter todas de sol ou todas de sombra garante que elas estejam sempre bonitas e vistosas.

Quanto à estrutura, não faltam opções. É possível usar pallets, suportes ripados ou treliçados ou até canos de PVC. Além de adotar a proposta de urban jungle, é algo que tem tudo a ver com a sustentabilidade.

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Já sobre os cuidados com a rega, há duas possibilidades principais — mas isso tem que ser definido com antecedência. “Ela pode ser manual ou automática. Para os jardins menores, a irrigação manual funciona muito bem, mas para paredes grandes o ideal é optar pelo sistema de irrigação automático. Desse modo, as plantas são regadas em um acionamento por igual”, explicam as arquitetas.

Como as plantas ficam em contato direto com a parede, é fundamental ter cuidado com as infiltrações. A impermeabilização é indispensável e ajuda a evitar problemas com o revestimento, por exemplo. Para o piso, vale usar calhas para reter o excesso de líquido.

 

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Além de tudo, é interessante utilizar os objetos certos para decorar o ambiente de um jeito ainda melhor. Para quem tiver uma sacada com uma minifloresta, vale a pena investir em estátuas de barro ou gesso, se houver espaço disponível.

Do lado de dentro, bibelôs de cactos e outras plantas dão um toque divertido e que combina com o ambiente. Dá até para recorrer a terrários de suculentas para adicionar mais verde.

No sofá, as almofadas estampadas dão o tom e a sala ainda pode contar com cordas de amarração, cestas de palha e banquinhos de apoio. Assim, o ambiente todo conversa e combina de um jeito diferente.

A tendência de urban jungle tem tudo a ver com a nova geração e seu interesse por elementos naturais e pela sustentabilidade. Com essas dicas, é possível adicionar florestas urbanas aos seus projetos de um jeito fácil e com excelentes resultados!

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Fonte:Portobello

Caixa lança novo financiamento de imóveis prefixado

Linha com taxa fixa trava o valor da parcela ao longo do financiamento. Apesar de ter juros mais altos, ela pode ser mais vantajosa do que a tradicional.

A Caixa disponibilizou a partir do dia 21/02, uma nova linha de financiamento imobiliário, com taxas fixas. A modalidade cobrará juros a partir de 8% ao ano, e não terá nenhum indexador. As condições são válidas para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%.

A linha é mais uma opção oferecida aos clientes, que continuam tendo acesso à linha de financiamento tradicional (indexada à Taxa Referencial – TR) e à linha indexada ao IPCA, lançada pela Caixa em agosto.

Para ajudar você a escolher a linha mais adequada, veja uma simulação comparando as condições de cada linha.

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A simulação levou em conta um financiamento feito por um homem de 40 anos para um imóvel de 500 mil reais. O valor do financiado foi de 400 mil reais, ou seja, 80% do valor do bem, por um prazo de 30 anos.

Os cálculos levaram também em consideração taxas de juros cobradas pelo banco para clientes sem relacionamento prévio com a instituição financeira. Para quem já é cliente Caixa, os juros podem ser menores.

Veja o resultado abaixo:

Ao comparar as linhas, contudo, é necessário fazer algumas ponderações.

Não é possível comparar a nova linha e indexada à TR com a linha atrelada ao IPCA levando em consideração que não temos como estimar a inflação pelos próximos 30 anos. Então, a linha foi comparada ao financiamento indexado à TR.

A partir dos resultados é possível observar que a linha com juros fixos é mais cara. Na comparação com o financiamento tradicional, o mutuário paga mais 69,4 mil reais na linha de juros fixos do que na linha tradicional. Ou seja, 7,21% a mais. Além disso, pagará uma parcela maior, equivalente a 384 reais a mais por mês, valor 9,62% maior do que o da linha indexada à TR.

Contudo, conclui-se que o financiamento com juros fixos pode ser uma boa opção, já que o cliente tem a segurança de que a parcela não vai oscilar pelos próximos 30 anos. Além disso, a diferença do valor total do financiamento em relação ao tradicional, indexado à TR, é relativamente baixo, somente 7,21%.

“Ou seja, o financiamento indexado pela TR, que hoje está zerada, somente será a melhor opção se esse indexador não ultrapassar a marca de 7,21% pelos próximos 30 anos. Como não é possível prever o futuro, olhamos para o passado. Para comparar, a TR dos últimos 10 anos foi de 8,35%”.

A simulação considerou que a TR fique zerada nos próximos 30 anos. Mas o passado aponta que ela pode oscilar 8,35%. Portanto, caso essa oscilação aconteça novamente em um período de 10 anos, a diferença entre ambas não será relevante, e o financiamento pela TR pode até ser mais caro.

 

Fonte: Exame

Santander aumenta limite de financiamento imobiliário para 90% do valor

Em meio à guerra de preços, o Santander resolveu usar uma arma nova: entrada menor.

O Santander anunciou o aumento do limite de financiamento para 90% do valor do imóvel, ante 80% até agora. Em meio à guerra de taxas de financiamento imobiliário no país, o banco optou por utilizar uma nova arma: a possibilidade de dar uma entrada menor, se tornando a única instituição a trabalhar com entrada mínima de 10% no país.

O novo teto é aplicado ao Sistema de Amortização Constante (SAC), modalidade em que as parcelas são atualizáveis e tendem a diminuir com o tempo.

Os financiamentos são parceláveis em até 420 meses, ou 35 anos, e as condições são válidas para a aquisição de unidades a partir de R$ 90 mil.

Em nota, o banco lembra que o “cliente pode somar a renda com mais de uma pessoa, mesmo sem ter parentesco, para a análise de crédito e utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)”. Como de praxe, a aprovação está condicionada à análise de crédito personalizada.

Guerra de taxas

As taxas de juros praticadas pelo Santander permanecem as mesmas, a partir de 7,99% ao ano mais TR. Atualmente, o banco que oferece menor taxa mínima é a Caixa, com 6,5% ao ano mais TR para clientes com relacionamento com o banco.

Com a queda da taxa Selic, atualmente em 4,5%, as instituições financeiras vêm, há alguns meses, diminuindo suas taxas de juros de financiamento imobiliário e aplicando novas modalidades de crédito. Já é permitido oferecer financiamento indexado à inflação (IPCA) e a Caixa anunciou que lançará, em breve, o financiamento com taxa prefixada.

 

Fonte: Infomoney

Faça você mesmo: Parede de cimento queimado

Ele é barato, sustentável, descolado e cada vez mais usado para revestir o chão, as paredes e também móveis de alvenaria. Seja queimado, em tom natural ou tingido, ou ainda exposto na estrutura de concreto, o cimento queimado é uma opção prática e cheia de personalidade e é o queridinho do momento.

Trazida primeiro pela tendência da decor industrial, hoje ela já se popularizou e pode ser encontrada em diferentes estilos de decoração, seja no quarto, na sala, no escritório e até na cozinha ou banheiro.

Como sugestão, você pode escolher uma parede que queira destacar no ambiente e aplicar a textura somente nela para garantir o charme a mais. No entanto, ao buscar referências de decoração sobre cimento queimado, você vai notar que muita gente prefere transformar todas as paredes do ambiente ou até mesmo da casa. Tudo vai depender do que você tem em mente para o seu espaço.

Sobre o método, vale saber que existem diversas formas de fazer o cimento queimado em casa.Como com base de cimento de fato; ou com massa corrida ou massa acrílica pigmentada, por exemplo. Mas, aqui no Zap em Casa você aprende uma forma ainda mais simples e fácil: com textura pronta.

Dessa forma, você não precisa preparar o produto e só utilizará o passo a passo abaixo pra saber como aplicá-lo. Vamos lá?

Você vai precisar de:

– Textura pronta para cimento queimado;
– Verniz acrílico fosco acetinado;
– Uma bandeja para tinta;
– Pincel;
– Bloco de espuma de construção;
– Rolo de tinta;
– Fita crepe.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 1: Proteja todos os cantos da parede que não será pintada. Assim como o teto e os interruptores.

PASSO 2: Molhe uma parte da esponja e retire o excesso antes de aplicar.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 3: Faça movimento irregulares com a esponja na parede, como se você estivesse apagando uma lousa ou limpando o vidro. Este é o resultado da primeira demão.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 4: Estes são os resultados da segunda e da terceira demão. Você pode parar na segunda, se quiser. Tudo depende do tom que você quer a sua parede.

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Foto: Bruno Berkenbrock

PASSO 5: Por fim, utilize um rolo para passar apenas uma demão de verniz e pronto. Agora é só aproveitar o resultado incrível que sua parede terá!

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Importante: Para saber o tempo de espera entre uma demão e outra, leia na lata as indicações do fabricante escolhido por você.

Fonte: Zap em casa

Veja mais dicas de decoração em nosso blog:

Quer reduzir a dívida da casa própria? Trocar de banco pode cortar juros

Com o atual cenário de queda na taxa básica de juros, a Selic, os bancos reduziram os juros cobrados no financiamento de imóveis, beneficiando quem decidir comprar a casa própria agora.

Mas a queda pode ser positiva até mesmo para quem já está pagando financiamento de imóvel, contratado quando os juros estavam mais altos. Essas pessoas podem passar a pagar juros menores se fizerem a portabilidade do financiamento imobiliário, transferindo a dívida para outro banco, com condições mais vantajosas.

“O momento é ideal para fazer a portabilidade. Se você contratou um financiamento há quatro anos, por exemplo, em uma época em que a Selic estava alta, vale a pena pesquisar”, disse Marcelo Prata, fundador da plataforma de imóveis Resale.

O primeiro passo, afirma, é pedir ao seu banco um documento com as informações sobre o financiamento: prazo restante de pagamento, valor das parcelas e a soma total que ainda falta ser paga, o chamado saldo contratual.

Ele também trará o custo efetivo total. Esse é o valor que realmente importa porque ele já inclui outros custos do contrato, como taxas e seguros.

Quando vale a pena

Para saber quando vale a pena fazer a portabilidade, compare o custo efetivo total do banco atual com o de outros estabelecimentos. Se o custo do novo banco for 0,5% menor que do atual, vale transferir a dívida, segundo cálculos de Alberto Ajzental, professor de economia e negócios imobiliários da FGV (Fundação Getulio Vargas).

A economia com o novo contrato vai variar de acordo com o tamanho da dívida restante e o prazo de pagamento. “Em um contrato com saldo restante de R$ 200 mil e 120 parcelas, por exemplo, uma queda de 0,5% representa economia de R$ 6.600”, disse

Como fazer a transferência

Se a transferência valer a pena, leve o documento ao novo banco e negocie as taxas do novo contrato. Não é necessário ir ao banco atual, segundo Ajzental.

O Banco Central determina que qualquer cliente pode pedir a portabilidade do financiamento. A única restrição é que o valor da dívida no novo banco não seja maior que o valor da dívida no banco de origem. O prazo do financiamento também não pode aumentar.

Os bancos não podem se negar a transferir a dívida para outra instituição. Por lei, eles têm dois dias para passar a operação ao banco de destino ou cinco dias para apresentar uma contraproposta.

A contraproposta pode ser interessante, pois o cliente pode economizar não pagando os custos de transferência de um banco para outro”, disse Prata, da Resale.

Os custos de transferência englobam exigências que o novo banco pode fazer para aceitar o financiamento, como laudo de avaliação do imóvel feito por um profissional, documento de registro de imóvel, seguro de financiamento e taxa de abertura de crédito. Esses custos variam de acordo com o banco.

Segundo Ajzental, a portabilidade vale a pena mesmo considerando esses custos, desde que o custo efetivo total do novo banco seja pelo menos 0,5% inferior ao do banco original.

 

Fonte: uol

Bancos já correm atrás de incorporador para oferecer crédito

Aumento na demanda por imóveis faz prática comum, de empresas procurarem recursos em instituições financeiras, se inverter.

 

A recuperação do mercado imobiliário e a expectativa de aceleração do crescimento daqui para frente tem criado uma situação inusitada: os bancos é que começaram a correr atrás das incorporadoras para oferecer empréstimo para a construção de novos empreendimentos, de acordo com o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, que também é presidente da comissão imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). “Os bancos é que têm procurado o incorporador”, destacou Petrucci, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

 

No acumulado de janeiro até agosto, os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança registram alta de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento foi mais intenso nas concessões voltadas às incorporadoras para construção, que subiram 47,2%, enquanto os empréstimos para consumidores realizarem a compra aumentaram 20,9%, segundo levantamento da consultoria Tendências. “Mas o incorporador também continua procurando os bancos”, ponderou Petrucci. “Tudo isso é uma resposta ao aumento da demanda por imóveis”, explicou.

 

O maior aquecimento do setor é uma consequência direta da redução da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), que levou os bancos a cortarem os juros do crédito imobiliário. A Caixa Econômica Federal anunciou esta semana corte de até 1 ponto porcentual nas taxas de juros para financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A menor taxa de juros cobrada pela Caixa passará de 8,50% mais a Taxa Referencial (TR) para 7,50% mais TR. A maior taxa vai de 9,75% mais TR para 9,50% mais TR.

 

O movimento do banco estatal, maior financiador do setor imobiliário no País, veio após anúncios do mesmo tipo pelos concorrentes dias antes. O Bradesco anunciou taxa mínima de TR + 7,30% ao ano, o Itaú fixou sua taxa mínima em TR + 7,45% e o Santander, TR + 7,99%.

 

O representante do setor imobiliário ainda elogiou a iniciativa do Banco Central de constituir uma plataforma para dar transparência às finanças dos empreendimentos imobiliários em construção no País. Batizada de Block, a plataforma trará dados auditados sobre o volume de venda de cada projeto e o fluxo de pagamentos para cada uma das unidades, entre outros itens.

 

A inclusão de dados pelas incorporadoras será voluntário. O objetivo é dar aos bancos maior visibilidade sobre os empreendimentos, facilitando a decisão de liberar ou não crédito para as obras. Isso servirá para empresas de pequeno e médio porte, segmento onde as regras de governança de cada projeto são mais frouxas. Na dúvida, os bancos fecham as portas para esse tipo de empresa. A perspectiva é que o Block esteja no ar no primeiro semestre de 2020. “Há milhares de pequenas e médias empresas que não conseguem financiamento. Essa ferramenta vai abrir caminho para muitas delas”, estimou Petrucci.

 

fonte: Terra

Procurando o imóvel dos seus sonhos? Fale com um especialista

Procurando o imóvel dos seus sonhos? Casa, apartamento ou terreno? Não importa o tipo do imóvel, a primeira coisa a fazer é procurar um corretor especialista no tipo de produto que você procura. Ele, melhor do que ninguém, vai entender suas necessidades e lhe apresentar todas as opções que estão em seu perfil de busca, de acordo com as suas necessidades.

Para você entender melhor o que estamos falando, veja abaixo alguns passos que são essenciais. Você verá que fará sentido para você:

1 – Encontrar uma imobiliária adequada:

Tem que ser especialista em atuar no bairro/localizado que está o tipo de imóvel que você está procurando. Os corretores estarão preparados para conduzir as suas dúvidas com real conteúdo, sabendo os detalhes do entorno, serviços, valores e muito mais. O detalhe da informação especializada é em muitos casos, o que define sua compra.

2 – Atendimento:

Você não quer um vendedor para lhe atender, mas sim, uma pessoa que tenha habilidades para entender principalmente suas necessidades, que o atendimento seja feito com elegância, cortesia e que tenha conhecimento prático e eficaz para lhe direcionar as melhores opções, com uma negociação transparente e segura. Vale aquela máxima: pessoas compram de pessoas, ou seja, se não gostar da atenção que tem recebido do seu corretor, ligue o alerta, pois este não é um especialista em pessoas e muito menos, imóveis!

3 – Feedback

Mesmo que você não tenha a urgência na compra do seu imóvel, perceba que o Corretor Especialista em pessoas e imóveis, irá te informar constantemente sobre como anda o mercado, as novas opções que estão surgindo, as principais ofertas da semana, sempre dentro do perfil da sua busca. Ou seja, ele vai sim ligar para você e até mesmo escrever um e-mail ou mensagem via whatsapp, comentando que continua empenhado pela sua compra.

Caso faça sentido para você, de forma alguma aceite menos que isso, mesmo! Você merece ser atendido por um consultor imobiliário que mais do que lhe atender, entenda suas necessidades e limitações financeiras, assim como suas exigências. E no caso de estarem em desacordo com a realidade do mercado, ele – melhor do que ninguém – irá lhe mostrar com habilidade e clareza o tipo do imóvel que você poderá adquirir caso seja de acordo com suas exigências. Dependerá de você ter uma nova concepção a respeito do que você deseja e seguir a orientação do especialista ou insistir, mesmo que demore, por uma oferta que venha a surgir.

Por este motivo, é muito mais vantajoso quando você procura seu imóvel através de uma imobiliária que tenha um time de especialistas, que terá suas habilidades, recursos e investimentos voltados para você, do que deixar procurar imóveis om 10 corretores de diferentes imobiliárias e que nenhum colabore efetivamente pela sua compra, fazendo com que você perca seu tempo. Afinal, tempo é dinheiro. Pense nisso antes de comprar seu imóvel.

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Aproveite e dê uma olhada em nosso site: https://www.escalaimoveis.com.br/

 

Check list para vistoria de imóvel

Está chegando a tão sonhada hora de pegar as chaves do novo apartamento, mas antes é preciso fazer a vistoria do imóvel junto com o responsável da construtora para ver se todos os itens descritos no memorial descritivo estão em ordem, assim como detalhes técnicos e de construção. Muitos ficam empolgados diante da possibilidade de receber as chaves e não ficam atentos aos principais pontos que precisam ser checados.

Fique atento(a) a essas 10 dicas ao fazer a vistoria do seu imóvel:

  1. Vistoria

Faça o agendamento da vistoria em um dia tranquilo, sem pressa, para que tudo seja averiguado com rigor. Escolha um dia ensolarado, com luminosidade para que nenhum detalhe passe despercebido. Devido a emoção, você pode acabar deixando passar detalhes qe irão precisar de correção. Se você não se sentir segura para fazer a vistoria sozinho (a), pode levar uma pessoa de sua confiança ou até mesmo contratar uma empresa especializada nesse tipo de serviço.

  1. Memorial descritivo em mãos

De posso do memorial descritivo, você poderá analisar item a item. Vale também para folder e material usado como propaganda.

  1. Esquadrias alumínio/madeira

 Faça uma avaliação visual das janelas e portas, verificando se não existem danos como arranhões e pinturas danificadas. Teste o funcionamento, abrindo e fechando as portas, e  verifique se todas as portas estão com chaves. Teste todas as fechaduras. Uma dica para testar se há vazamentos nas esquadrias é fechar a janela e ver se há algum ponto em que a luz passa com maior intensidade, algo que possa comprometer a vedação do conjunto e no futuro gerar algum vazamento em dias de chuva.

  1. Instalações Elétricas

Geralmente não há como serem testadas, pois o medidor de energia ainda não está instalado. Neste caso, é importante deixar claro no relatório de check-list da construtora que as instalações elétricas não foram verificadas porque a energia ainda não estava funcionando.

  1. Instalações Hidráulicas

Ao entrar no apartamento, ligue todas as torneiras e deixe a água sair por cerca de dois minutos para verificar se não existem vazamentos nos sifões. Já nas descargas das bacias sanitárias, acione e veja se a vazão d’água é satisfatória, repetindo o acionamento na sequência por mais uma vez para ter certeza do bom funcionamento.

  1. Revestimentos cerâmicos e Rejuntes

Avalie visualmente se não existem peças danificadas, com trincas, rachadura ou manchas, checando se estão bem assentadas, sem desníveis ou descontinuidade, e se não existem peças com tonalidades diferentes. Geralmente um dos pontos mais problemáticos é o rejunte na borda dos ralos, por ser um local de muito contato com a água.

  1. Contra Piso

Além da avaliação visual, para testar o contra piso, basta bater com o cabo da vassoura na cerâmica para ver se existe algum ‘ponto com som cavo’, onde a cerâmica ou o contra piso podem perder a aderência com o substrato, provocando futuramente o descolamento das peças e, no caso do revestimento cerâmico, ficando mais frágil a impactos mecânicos.

  1. Pintura

Verifique visualmente a planicidade das paredes, se não existem pontos que formam sombras. Caso existam falhas na pintura, como manchas, deve ser solicitada a correção. Lembre-se de fotografar todos os pontos marcados para correção e anote no check list.

  1. Vaga de Garagem

Verifique o local já demarcado da sua vaga de garagem e com o auxílio de uma trena as medidas da sua vaga de garagem. Veja se o tamanho está de acordo com o disposto em seu contrato.

  1. Check-List

Finalizada a vistoria, verifique no check-list se todas as solicitações foram anotadas, tire uma foto para ter uma cópia e lembre-se de usá-la como roteiro para quando for fazer a nova vistoria do apartamento – melhor do que contar apenas com a memória.

 

Pronto! Vistoria feita 🙂 Se estiver tudo ok, é só aguardar a data para entrega das chaves. Caso haja alguma discrepância entre o disposto em seu contrato e o que  ajuste a ser feito no imóvel, é aguardar a nova vistoria. Não esqueça de fotografar tudo!

Bradesco anuncia redução do juro do financiamento imobiliário para 7,30%

Bradesco seguiu movimento de outros bancos e anunciou nesta segunda-feira, 30, a redução da taxa de juros mínima de sua linha de crédito imobiliário de 8,20% ao ano somada à taxa referencial (TR) — que está zerada — para 7,30% ao ano mais TR. As novas condições passam a vigorar a partir de terça-feira, 1º de outubro.

Na sexta-feira, o Itaú também anunciou que irá reduzir as taxas mínimas dos juros do financiamento imobiliário: de 8,1% ao ano + TR para a 7,45% ao ano + TR.

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Imóveis à venda em Fortaleza – financiamento bancário

O movimento dos bancos segue a redução mais recente da taxa básica de juros pelo Banco Central. O último corte de juros do financiamento imobiliário havia sido feito pelo banco no dia 18 de setembro, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu de 6% para 5,5% a Selic e ainda sinalizou espaço para novos cortes ao longo do ano.

De acordo com o banco, a modalidade permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e dispõe de prazo de até 360 meses. O cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel e o comprometimento máximo da renda líquida sobre o valor das prestações é de 30%.

 

Itáu Unibanco e Bradesco lideram o setor de financiamentos nos bancos privados, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).